quarta-feira, 31 de outubro de 2007

VirtualBox: Uma solução agradável para virtualização

A algum tempo utilizo maquinas virtuais para testar distribuições Linux, ferramentas, windows virtual e etc. A algum tempo estava utilizando o VMWare em sua versão bucaneira aKa crackeada. Mas resolvi partir para outros virtualizadores. No linux tentei usar o XEN e foi uma catástrofe, não consegui muita coisa e por falta de tempo para pesquisar e estudar, deixei ele de lado e temporáriamente desisti da virtualização sem sem pelo VMWare.

Pois bem, no meu notebook tinha um dualboot com Fedora e com Windows XP, mas a uns 3 meses, o HD que tinha o Linux instalado no note simplesmente queimou, foi para o espaço, bateu a caçuleta, vestiu o pijama de madeira e infelizmente fiquei apenas com o windows instalado na maquina para trabalhar. Resolvi testar o VirtualPC da microsoft, que por incrivel que pareça é gratuito e funciona muito bem, um dos melhores softwares da microsoft que já utilizei. Quer dizer, não tão bem assim...

Estou trabalhando com SOA, um produto chamado Gentran Integration Suite, GIS para os intimos. Ele é inteiramente escrito em JAVA e como vocês já imaginaram, subir um SOA em JAVA em uma maquina que não é assim uma Brastemp é um parto, então com a maquina virtual a situção ficava um pouco melhor subindo o server em uma maquina virtual.

Mas ontem, tive um problema sério com gerenciamento de memoria com o VirtualPC e tive quase que 4 horas de briga com o VPC+GIS então resolvi testar o VirtualBox, que é um clone discarado do VMWare, mas free.

Existe uma diferença gritante entre o VMWare e o VirtualBox: A instalação dos sistemas, sem mistério algum e nos recursos que ele oferece. Emula quase tudo o que voce precisa e é extremamente leve, quase tão leve quanto o VirtualPC.

O som é transportado via ALSA e até mesmo devices externos como pendrives são transportadas sem nenhum problema para a maquina virtual!

A rede então, para a minha surpresa, existe uma opção de voce usar a rede do "hospedeiro" que nada mais é do que uma rede que apenas a maquina virtual e a hospedeira enxergam. Ativando ela, automaticamente é criado uma interface na maquina hospedeira com DHCP para a maquina virtual acessar, fantástico.

Muito show de bola, o legal é que também oferece uma ferramenta similar ao vmware-tools instalando drivers para melhor usabilidade da máquina virtual!

Já comecei a instalação dos sistemas no VirtualBox, agora a noite foi a instalação do Windows para o ambiente de testes com o GIS, e após tudo configurado, estarei instalando o CentOS para instalar também o ambiente de testes do GIS e das minhas programações loucas no Java e em C.

Para quem não conhece a ferramenta, aconselho a pelo menos fazer um teste e tenho certeza que vocês não vão se arrepender.


Links: VirtualBox, VMWare, VirtualPC

FUD - Medo, Incerteza e Dúvida


Esse post foi originalmente escrito no blog do meu grande amigo Eri aKa MainMan "Verme" e por incrivél que pareça eu estava preparando um post parecido com esse. Mas como meu cumpadi escreveu bonito, estou colocando ele aqui também. Beju fofinho !!

FUD é uma sigla em inglês que significa “Fear, Uncertainty and Doubt” ou em português “Medo, Incerteza e Dúvida”.

De acordo com a definição da Wikipedia, o FUD é uma estratégia de marketing e relações públicas que normalmente tem como estratégia tentar influenciar o público através de informações negativas e vagas sobre algo.

Quem é da área de IT está cansado de ouvir estar expressão e sabe que a empresa que mais utiliza esta tática é a Microsoft. (Verificar link da Wikipedia que tem as referências).

Em um dos seus vários ataques FUD ao Linux, Steve Ballmer (CEO da Microsoft) largou mais uma pérola: O Linux é comunista. Ou seja, resolveu jogar sujo. Já que não dá pra competir tecnicamente e o mercado está cada vez mais adotando o Linux, vamos jogar areia no pessoal do departamento de tecnologia falando pros chefes deles (consequentemente os donos da grana) que Linux é coisa de comunista.

Lógico que houveram reações e artigos como este que batem de frente nas afirmações dele de Bill Gate sobre o assunto, mas sempre tem um ou outro que sem nenhum conhecimento de causa, estudo prévio ou discernimento sobre o assunto que resolve falar pinça um FUD de anos atrás e resolve tomar as dores da Microsoft.

Vemos aqui um exemplo claro de um cidadão totalmente despreparado falando, com o perdão da palavra, merda.

Eu sempre achei no meu íntimo que “professor” é um cidadão que não teve competência pra sobreviver no mercado de trabalho e resolve “ensinar” para seus alunos aquilo que nem ele aprendeu. E pior: Quando ele não aprendeu já estava desatualizado. Agora então nem se fala. (Veja este vídeo sobre isso).

Então quando um cidadão desse resolve abrir a boca, não se pode esperar muito mesmo. Vamos citar alguns trechos:

É difícil de imaginar que alguém acredite que um empreendimento como o Linux possa ser realizado por pessoas totalmente despojadas e que não pensam e não precisam ganhar dinheiro.”

É difícil imaginar que alguém imagine que outros imaginam isso. Entendeu? Precisa ser muito alienado para achar que ninguém sabe que o Linux tem um custo e alguém paga este custo.

Bilhões de dólares são movimentados neste negócio e quem opta por usar o Linux, ao invés do Windows, gasta muito dinheiro!”

Inclusive agradeço a todos os meus clientes que sempre me pagaram muito bem pelos meus serviços relacionados a Linux e software livre.

Tente instalar o Linux em seu computador e começar a operar. Você começará por comprar livros, fazer cursos, participar de chats e comunidades no orkut, etc. O tempo gasto será absurdo (time is money, lembram-se?), até que você consiga fazer as mais triviais operações com o novo sistema operacional.

HUahuahuahua… Este senhor com certeza nunca passou a menos de 100 metros de um computador rodando Linux. E com certeza também nunca passou 4 ou 6 horas na frente de um computador tentando fazer o Windows reconhecer a placa de vídeo ou de som. Mais uma vez repito: Se não sabe, não fala nada que fica menos feio.

Quando você for adquirir algum software aplicativo específico para funcionar com o Linux, você verá o quão graciosa é sua empreitada.

Sinceramente não entendi o que essa frase significa…

Pensar em usar o Linux para lutar contra o bicho papão da Microsoft, ou porque o Linux é feito por monges trapistas, é uma quimera.

FUD de novo. O Linux não foi criado para “lutar” contra a Microsoft. Ele foi criado para ser um sistema compatível com Unix para plataformas x86. Na época que ele foi criado as primeiras máquinas x86 estavam começando a ficar populares, mas as únicas opções de sistema operacional para rodar eram o Unix e o DOS. O Unix custava uma fortuna e o DOS era um lixo que não conseguia utilizar nem metade da capacidade da máquina. Então se o Linux veio pra “lutar” contra alguém, foi contra o Unix.

Monges trapistas? Também não… Hoje por trás do Linux estão empresas como IBM, Novell, Oracle, Red Hat, Google, Sun e diversas outras grandes empresas com ações na bolsa e fins totalmente lucrativos.

Eu mesmo, na minha humilde condição de zé-ninguém, estou muito interessado no meu salário no final de um mês trabalhado com software livre.

Uma última palavra: falar em domínio da Microsoft, vá lá. Falar em monopólio da Microsoft é uma piada. Aliás, para entender o que é monopólio não é preciso consultar compêndios econômicos, basta ir ao Aurélio que diz: tráfico, exploração, posse, direito ou privilégio exclusivos. A única exclusividade da Microsoft é ser malhada pelos esquerdistas mundo afora.

Engraçado. Sabe quem discorda do professor? A comunidade européia, que processou a Microsoft por monopólio (e ganhou). Deixa eu ver… Em quem eu acredito?

O que realmente me deixa em dúvida é o seguinte: Defendo o software livre porque a superiodade técnica é indiscutível. Defendo o software livre porque tenho uma flexibilidade gigantesca. Defendo o software livre porquê sou ajudado e ajudo outros que, como eu, são auto-didatas. Mas acima de tudo, eu defendo o software livre porque é meu ganha-pão.

Agora, porque alguém que não seja funcionário ou beneficiário da Microsoft defenderia esta empresa?

Em tempo: O cidadão escreveu um segundo artigo onde ataca o software livre baseado no Manifesto GNU, criado pelo lesado do Stallman. Não vou nem comentar, pois é um lesado falando do outro.

Fonte: Another Geek Blog

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

VIMperator: Concordo, coisa de NERD

Como um bom geek e um entusiasta do mundo das telinhas pretas e letras brancas, meu editor de textos preferido é o VI.

Ele não deixa a desejar a nenhum editor de textos gráficos e cheio de flores, pelo contrário, faz coisas que nem o mais famoso editor de textos sonha em fazer e se faz, precisa de pelo menos 20 cliques para isso.

Para minha surpresa, navegando no site mozdev.org me deparo com o seguinte plugin para o Firefox:


Como curioso que sou, entrei no site e comecei a ler e a primeira frase já é algo que tenta trazer um impacto apocalíptico:

"Primeiro veio o Navigator, depois o Explorer. Um pouco depois o Konqueror. Mas agora é tempo do imperador, o VIMperator !!"

Juro que lembrei na hora do trailer do Gladiador no cinema, deu até asco :D

Baixei e instalei o add-on para o Firefox e reiniciei. Logo de cara você pensa: "Putz, que M**** que fiz, já era o Firefox". A tela inicial é apresentada sem as barras de endereço, botões de navegação e Barra de menus.

A unica coisa que aparece são as abas do navegador e a barra de status. Pergunto: Como irei abrir um endereço da web ? CRTL + O ? Negativo, não funciona. Lembre-se você esta no "VI" e para abrir se digita:

: open www.google.com.br

E o site abre.
Testo outros atalhos do VI e não é que a coisa realmente funciona ? Só não gostei da mensagem quando tentei substituir um texto que ele fala muito mal-educadamente que isso não é um editor de texto e sim um navegador, mas tudo bem, nem queria mesmo :D

Fiquei trabalhando com ele a tarde toda para ver a sua "funcionalidade e agilidade". E cheguei a seguinte conclusão:

- Uma boa idéia para entusiastas do VI
- Uma mão na roda para quem esta sem mouse ou então não quer usa-lo para navegar pelo texto ou até mesmo pelo Firefox.
- Uma péssima ideia na questao funcionalidade e agilidade, pois a coisa fica um saco para digitar um texto em uma caixa de dialogo. Ele realmente leva a sérios os atalhos do VI para escrita, delelção. Nem pense em usar o backspace. Você voltará para as páginas anteriores que você visitou. (imagina isso depois de preencher uma tela com 34 perguntas... aconteceu comigo)

Esse add-on realmente é para aqueles que começaram agora no VI e querem virar rato de atalho ou para aquele que tem um tempo de sobra para ficar digitando atalhos para abrir um site ou até mesmo para rolar a página ou então para aquele NERD que não abre a mão de falar:

"Uso o VI como navegador"

Dessa vez, passo para o próximo doido a "facilidade" do VI no Firefox

NOTA: 08 Originalidade
10 Alegoria
05 Funcionalidade
10 Ajuda

Links:
Download do Plugin
Atalhos do VI
Help do VIMperator

PS: sim a imagem do título é a minha camiseta do VI :D

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Um pouco de Python

Os avanços do GNU/Linux no desktop e nos servidores trouxeram muitas melhorias que vão além do próprio GNU/Linux e se estendem a linguagens de programação, softwares e padrões.

Há alguns anos, “linguagem de programação” para muitas pessoas se resumia a Visual Basic e Delphi, além de C e C++ para os masoquistas. E já havia grupos com aquela máxima de “escreva uma vez, rode em qualquer lugar”, como a Sun fez questão de provar ao mundo (e acho até que conseguiu), de que o Java é a solução que todos nós esperávamos. Há controvérsias.

Naquele tempo, Win32 era o limite, Java era multiplataforma, mas praticamente tudo era Win32, portanto essa história de multiplataforma não fazia muito sentido. Mesmo os dispositivos móveis ainda eram raros, o que aniquilava o fator “pró-multiplataforma”.

Com o tempo, os interesses começaram a mudar e pipocavam métodos novos, idéias novas e alternativas. O GNU/Linux começava a ganhar espaço e a abrir espaço também para projetos até então não tão conhecidos, como os da Fundação Mozilla, ou o OO.org. E também para linguagens como Python, Pearl e até mesmo mais recentemente Ruby (que também merece uma olhada com atenção).

Um pouco de Python

Python é uma linguagem moderna, rica em recursos, com uma curva de aprendizado suave e vasta biblioteca (módulos). Vamos nos ater a algumas características apenas, portanto outras igualmente importantes podem nos escapar aqui. A culpa não é minha, se quiser reclamar vá à lista Python-Dev e solte os cachorros em cima dos caras que enchem a linguagem de características interessantes e acabam criando esse mal estar. :)

* simples
* livre e de código aberto
* alto nível
* portável (inclusive dispositivos móveis)
* interpretada
* OO (ou não, você escolhe)
* extensível

Até aqui nada demais, pois outras linguagens possuem as mesmas características. Mas vamos prosseguir…

* fácil de aprender
* fácil integração com outras ferramentas
* inclui as baterias (essa é para você sorrir)
* dinâmicamente tipada
* produtividade e legibilidade
* …

Esses fatores já começam a pesar favoravelmente a favor do Python. É claro que só os testes e outras leituras que você fizer podem dar uma noção mais exata do que estou falando; mas enquanto você não o fizer, não poderá medir até que ponto estou falando a verdade. Por isso o convite para baixar o instalador para sua plataforma e alguma documentação para começar a descobrir que realmente estou falando sério!

Python corporativo

Agora você pode perguntar: “Muito bonito, mas quem aposta nisso?”

Organizações como Google, NASA, Serpro, Embratel, Philips, AztraZeneca, Nokia têm apostado no Python e usam esta tecnologia pelo menos em parte de seus projetos.

O crescimento do qual falamos lá no início do texto se aplica aqui: enquanto o GNU/Linux e companhia avançam e alcançam mais pessoas e empresas, o fato do Python ser multiplataforma facilita esse trabalho. Afinal, seja qual for sua preferêcia, muito provavelmente existirá uma versão do interpretador Python para seu sistema operacional (seja ele GNU/Linux, Unix, Mac, Windows etc).

O Python vem ganhando espaço com sua filosofia e recursos poderosos e fáceis, pois simples não precisa ser simplório necessariamente.
Faça novos amigos

Assim como a grande maioria de projetos de código aberto, Python é suportado por uma grande comunidade de desenvolvedores ao redor do mundo. No Brasil esse pessoal pode ser visto em Python Brasil e na lista de discussão, onde comumente ocorrem discussões de altíssimo nível e integração notória e a difusão e compartilhamento de conhecimento e idéias é rotina.

Estou preparando um "Aprenda python em 10 segundos", porque aqueles tutoriais para aprender em 24 horas, 10 horas, 1 mês é para fanfarrões e moleques (eheheh) e estarei colocando aqui no blog.

Conceitos fundamentais sobre software livre

Todo software livre é grátis? Posso alterá-lo? Vender? O que é copyleft? E GPL?
Esclareça suas dúvidas

Segundo a Free Software Foundation - FSF (www.fsf.org), software livre é aquele que pode ser usado, copiado, distribuído, estudado, alterado e melhorado pelo usuário, dentro de três conceitos de liberdade fundamentais (o quarto conceito, pregado pela FSF, na realidade é uma combinação dos itens 2 e 3):

1) Utilização
Liberdade para usar o software para qualquer propósito, seja no ambiente privado ou empresarial, e em qualquer tipo de computador.

2) Adaptação
Liberdade para estudar o software e modificá-lo, se necessário, às necessidades do usuário – o acesso ao código fonte é uma prerrogativa fundamental.

3) Distribuição
Liberdade para redistribuir o software livre – mesmo que você tenha comprado a versão original – recebendo ou não por essa ação.

Dessa forma, para que o programa seja considerado um software livre, ele deve, necessariamente, atender essas premissas, quer este programa seja distribuído gratuitamente ou vendido.

A FSF também esclarece que um software livre não quer dizer um programa não comercial, o que explica a existência de empresas que desenvolvem e comercializam aplicativos escritos dentro do conceito de software livre.

Copyleft
Enquanto o termo “copyright” compreende um conjunto de obrigações e proibições internacionalmente reconhecidas quanto à utilização e distribuição, no caso de um software, os programas de computador licenciados como “copyleft” vão no caminho oposto.

Porém, para que os usuários possam usufruir das liberdades aplicáveis a um software livre (e muitos têm copyright), é necessário que estejam protegidos de infringir qualquer lei.

E é o que o copyleft faz: adiciona ao copyright instrumentos legais para permitir o amplo direito às liberdades fundamentais, mantidos válidos os termos de distribuição originais aplicáveis.

GNU - General Public License (GPL)
Quando se adquire uma caixinha de software comercial tradicional, você está comprando, na realidade, uma licença de uso desse aplicativo.

Essa licença sujeita o usuário a uma série de restrições quanto ao uso do produto, com relação ao que se pode e, principalmente, ao que não pode ser feito com ele.

Os programas de computador em software livre ainda estão sujeitos a um tipo especial de licenciamento, sobre os termos da Licença Geral Pública GNU (ou GNU GPL).

Os aplicativos que possuem esse tipo de licença asseguram ao usuário, de forma explícita, o direito às liberdades fundamentais aplicáveis ao software livre e que podem ser passadas adiante se ele assim o desejar, sem que esteja sujeito a limitações ou punições legais de qualquer natureza.

Artigo baseado no original da PCWorld International

GMail com IMAP: Finalmente !!

Se alguém reclamava que o GMail não era um email completo por não oferecer o serviço de IMAP para as contas, "SEUS PROBLEMAS ACABARAM".

O GMail está habilitando o protocolo IMAP em todas as contas de email. Esse processo é gradual e se a sua conta até agora não possui essa opção, não se preocupe, em breve ela aparecerá, assim como apareceu o suporte ao POP.

Com esse protocolo ativado, o GMail dá um passo a frente do seu maior rival, o Yahoo, que por enquanto não oferece esse protocolo para os usuários e o mais incrível de tudo é que o IMAP trará os LABELS como PASTAS do IMAP, simplesmente FANTÁSTICO.

Sou suspeito para falar do IMAP, pois utilizo ele em todas as contas de email que possuo (leia-se empresa) e sem sombra de dúvida é o melhor protocolo para se utilizar no email.

Uma pena que a versão do IMAP do GMail ainda não é compatível com o VersaMail do Palm Treo.

Links relacionados:

Getting Started with IMAP for Gmail
How do I enable IMAP?

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Apple demite 800 empregados por tentativa de fraude


O que se passa na cabeça de 800 pessoas que têm cobiçados empregos na Apple e resolvem se queimar por US$ 100? Bom, certamente elas terão um bom tempo para pensar no assunto. Isso porque essa leva de gente resolveu usar de malandragem para faturar este valor em cima de seu empregador e acabou se dando mal.

Explica-se: no ato do lançamento do iPhone, Steve Jobs prometeu presentear cada funcionário da Apple com uma unidade do aparelho, sendo que a palavra foi devidamente cumprida. Ok.

Eis que poucos meses depois, quando apresentava sua nova linha de iPods, Jobs anunciou uma redução de US$ 200 nos iPhones de 8GB mas, diante dos protestos daqueles que pagaram US$ 600 pelo primeiro lote, o CEO e fundador da Apple concedeu um bônus de US$ 100 que deveria ser gasto em produtos da própria empresa.

E o que um grupo de 800 empregados que havia recebido o aparelho gratuitamente fez? Eles se passaram por compradores do primeiro lote de iPhones e cobraram o crédito de US$ 100 da Apple. Resultado: a companhia descobriu a fraude e demitiu todos de forma sumária.

Como diz o ditado:


O defeito do malandro é achar que todo mundo é trouxa”.

Fonte: IDGNow

RIP Mandic

 Fica aqui minha homenagem para o @mandic [dono@vida - ~ @12:19:36]  1:> sudo minicom COM1:mandic > UPTIME  24090 days > AT+CMGS=...