segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Projeto de lei tenta garantir recursos para o Software Livre


Começa esta semana no Congresso um campanha intensa para a submissão de um Projeto de Lei que garanta o uso de parte do Fundo Setorial para Tecnologia da Informação para fomentar o desenvolvimento de projetos de sofware livre.

Conheça o texto do projeto:

Art. 1º Vinte por cento (20%) dos recursos anualmente gastos pelo CTInfo - Fundo Setorial para Tecnologia da Informação (instrumento de criação: Lei nº10.176, de 11.01.2001), deverão ser destinados para o desenvolvimento de softwares livres.

Art. 2º Para os efeitos desta Lei, considera-se:
I - Software: programa de computador. Sequência de instruções a serem seguidas e/ou executadas, na manipulação, redirecionamento ou modificação de um dado/informação ou acontecimento.
II - Software livre: qualquer programa de computador que pode ser usado, copiado, estudado, modificado e redistribuído sem nenhuma restrição. A maneira usual de distribuição de software livre é anexar a este uma licença de software livre, e tornar o código fonte do programa disponível.

Art. 3º Poderão solicitar o financiamento, a qualquer tempo, combinando recursos reembolsáveis e não-reembolsáveis, empresas, universidades, institutos tecnológicos, centros de pesquisa, cooperativas e outras instituições públicas ou privadas, inclusive comunidades de desenvolvedores, através de editais lançados pelo CTInfo.

Art. 4º Os projetos de software livre deverão ser aprovados pelo Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio de um conselho composto por integrantes da comunidade de software livre, instituído por uma portaria do MCT.

Art. 5º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 6° Revogam-se as disposições em contrário.

ASSINAM:

Antonio Terceiro
Carlos Cecconi
Deivi Lopes Kuhn
João Cassino
Jomar Silva
Júlio Neves
Livia Sobota
Marcelo Marques
Mário Teza
Pedro A. D. Rezende
Ricardo Bimbo
Rodolfo Avelino
Rubens Queiroz de Almeida
Sergio Amadeu da Silveira
Sérgio Rosa
Vicente Aguiar
Wagner Meira Jr.

Fonte: Vergonha Nacional aKa Congresso Nacional

Placa-mãe da Asus com Linux embarcado


A Asus mais uma vez sai na frente das concorrentes e lança uma placa mãe revolucionária. O modelo da placa é P5E3 Deluxe que possui uma distribuição linux embarcada, que tem as funções de:

- Navegação à internet
- Skype

E tudo isso em um boot de 5 segundos.

A placa é cheia de recursos. Eles estão fazendo a propaganda de que, através dela, não é necessário entrar no Windows ou qualquer outro sistema operacional para navegar na internet, usar email ou cliente de Voip.

O linux ai fica em segundo plano, se é que poderá ser usado para outros fins senão aqueles planejados. O navegador é baseado no Firefox e para Voip há um cliente Skype. A notícia foi divulgada originalmente no slashdot.org, onde há mais detalhes. No link abaixo há uma análise da placa, que deverá ser vendida por U$ 360. A distribuição linux é o SplashTop, desenvolvido pela DeviceVM.com

Hoje o SplashTop oferece acesso à web e ao Skype, além de permitir a realização de seu próprio upgrade de software. Mas a DeviceVM está de olho em outras aplicações para inclusão, mencionando especificamente a possibilidade de agregar as funções de diagnóstico do equipamento, de Media Center e de dar acesso a conteúdos de discos locais e DVDs, por exemplo).

Uma boa soloção para aqueles casos em que a MBR vai para o espaço e você fica sem poder acessar a internet para buscar uma solução. Ou até mesmo oferecer terminais especificos para navegação à internet, sem se preocupar com virues e afins.

Abaixo esta o video que esta no youtube, que mostra as funcionalidades da placa. A-N-I-M-A-L !




Fonte: phoronix.com

Richard Stallman: O Eterno Insatisfeito


Ogg Vorbis é um excelente CODEC que ninguém usa, está para o MP3 como o Esperanto está para as línguas de verdade. Talvez por isso, tenha atraído a atenção de outra criatura esquisita, nosso eterno amigo Richard Stallman, santo padroeiro do software livre.

Enquanto o mundo inteiro está batendo palmas para o RadioHead por ter abandonado a gravadora e praticado venda direta, enquanto todo mundo se surpreendeu positivamento ao ver que as músicas estão em MP3 de alta qualidade E sem nenhum tipo de DRM, o Eterno Insatisfeito declarou em seu site/blog/santuário:

"Radiohead, uma banda proeminente, disponibilizou um album na Internet, convidando as pessoas a pagarem o que acham que vale.

Eu ficaria feliz em pagar para baixar músicas que gosto, ou pagar aos músicos apenas para apoiá-los, depois de ter obtido uma cópia por outro meio, mas eu só faria isso se fosse anonimamente. Em geral eu me recuso a comprar qualquer coisa com um cartão de crédito, simplesmente para evitar alimentar o Big Brother.

Se você é fã do Radiohead, por favor tente contactá-los e peça para que disponibilizem as mesmas músicas no formato Ogg Vorbis."

Céus, que cara CHATO.

Querido Stallman: iPods não tocam Ogg Vorbis. Menos 71% do mercado. Zunes não tocam Ogg. Menos 3% do mercado. A maioria dos SANSA não tocam Ogg. Menos uns 5% do mercado. Creatives não tocam Ogg. Preciso continuar?

Linux toca MP3, Mac toca MP3, Windows toca MP3, até Symbian toca MP3.

Será que dá para ser positivo ao menos UMA VEZ NA VIDA? Custava um único elogio ao RadioHead pela iniciativa?


Fonte: Copiado discaradamente do Meiobit

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Vixta: Linux com cara de Windows

Não é de hoje que se tem o pensamento de que quanto mais suave for a mudança, menos traumática ela será.

E pensando nisso, foi lançado uma nova distribuição linux: VIXTA


Isso mesmo, Vixta e qualquer semelhança não é mera coincidência.

Baseado no Fedora 8 TC-3 (que está em desenvolvimento e esse que vos escreve está participando da equipe de regionalização dos pacotes) ele tem uma interface gráfica idêntica ao do Windows Vista, que na verdade é um KDE modificado.

Segundo o site do desenvolvedor, a distribuição tem as seguintes metas:

- Levar o Linux para as massas, absolutamente sem nenhuma configuração (duvido muito);
- Ser amigável (visualmente é);
- Atrair os olhares (e atraiu);
- Ser parecido com o Vista (Isso é verdade);

A um tempo atrás, foi feita uma tentativa idêntica de atrair os usuários de windows para linux a partir do visual. A interface era o BLANES 2000, que era uma alteração do XFCE para ficar com a cara do Windows 2000/98. Veja:


Na época eu usei por um bom tempo essa interface, não por ser apaixonado pelo windows, mas sim porque era a única interface leve que rodava decentemente no meu PC MMX 166 com 64 de RAM.

Acho válida a tentativa de fazer com que mais usuários migrem para o Linux, mas não é só o visual que atrai um usuário. O que realmente atrai o usuário é a facilidade de uso do sistema, a fácil instalação de aplicativos, JOGOS e claro a possibilidade se ter um aprendizado rápido e fácil.

Convenhamos que o Linux, infelizmente não esta 100% amigável para um usuário final, pois muitas coisinhas temos que resolver via linha de comando ou então demanda um pouco mais de conhecimento para fazer acontecer. Temos exemplos de distribuições que estão fazendo cada vez mais para se tornar amigável ao usuário e o maior exemplo disso é o UBUNTU, que veio para ser um divisor de águas em facilidade de uso para o usuário que esta iniciando no mundo do software livre. Mas repito, precisa melhor muito para o usuário final.

Mas tenho fé que um dia a facilidade de uso será tão boa ou melhor do que o meu sistema operacional preferido para jogos... o Windows ou como é conhecido aqui em casa, GameOS :)

Vou baixar o Vixta e assim que testar, coloco uma opinião sobre a tal facilidade de uso e a sua amizade com o usuário

Screenshots do Vixta:
http://sourceforge.net/project/screenshots.php?group_id=206087

Site oficial do Vixta:
http://vixta.sourceforge.net/


terça-feira, 9 de outubro de 2007

Nachos Calientes - Receita by Ceguinho

Quem disse que no México só o Chaves e o Chapolin que presta ? Esse é um prato típico de lá e muito gostoso. Fiquei viciado nessa coisa, que até a receita já fiz em casa :D

Vamos aos ingredientes e ao modo de preparo...

Ingredientes:

- ½ quilo de coxão mole moído
- 400 gramas de queijo mussarela
- Molho de tomate apimentado (aqueles de latinha pronto)
- Pimenta do reino moída
- Meia cebola picadinha
- 2 pacotes de Doritos sabor ‘queijo nacho’
- Azeite
- Azeitona preta (opcional)

Modo de preparo:

- Coloque azeite na panela, o suficiente para cobrir o fundo da panela e doure a cebola
- Coloque a carne moída na panela, coloque um pouco de pimenta e cozinhe a carne moída uniformemente, sempre mexendo para não queimar.
- Após o cozimento, coloque o conteúdo da lata de molho de tomate na carne e mais um pouco de pimenta. Mexa bem e deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos.
- Experimente ao carne, como o prato é picante, o sabor da carne deve prevalecer na boca, mas após a ingestão, deve ficar um pouco da ‘ardência’ da pimenta, caso não fique, adicione um pouco mais de pimenta do reino, mexa bem e cozinhe por pais 5 minutos.
- Faça um canudo com as fatias de queijo, corte em ‘tirinhas’ e adicione gradativamente o queijo na carne, sempre mexendo bem para não grudar. A carne irá ficar como um creme, por causa do queijo, experimente e faça o teste da pimenta novamente.

Montagem:

Em uma travessa, coloque metade do primeiro saco de doritos no fundo e cubra com carne, coloque a outra metade do saco e cubra novamente, faça isso sucessivamente até que seja usado 1 saco e meio de doritos. Dê uma misturada e sirva IMEDIATAMENTE.

Serve 4 pessoas

Unicamp usa PlayStation 3 para realizar pesquisas

O que poderia ser uma LAN house dos sonhos, com o console mais caro da história dos videogames, é, na verdade, um laboratório que faz bilhões de cálculos por segundo para entender melhor a “interação de anestésicos locais com membranas biológicas”.

São 12 PlayStation 3 ligados em rede em uma sala da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), interior de São Paulo. Com seus joysticks (controles) guardados no armário, rodam o sistema operacional Linux, formando um ‘cluster’ de processamento e ajudando a pesquisadora chilena Monica Pickholz nos cálculos de bioinformática desde junho de 2007.


“São muito mais estáveis que qualquer cluster [aglomerado de PCs] com que já trabalhei”, diz Monica. Os videogames funcionam 24 horas por dia, sete dias por semana. Só pararam uma vez, quando “acabou a força e o gerador não funcionou”. Durante todo o tempo, os videogames fazem cálculos para simular dinâmicas de comportamento entre átomos.

SUPER-MÁQUINA

A iniciativa da pesquisadora pode parecer inusitada, mas não é surpresa para quem acompanha o mundo dos jogos. Afinal, desde antes do lançamento do PS3 a Sony já vendia a idéia de que o videogame seria um “supercomputador” para suas especificações). Ele lê discos Blu-ray, tem saída de vídeo em alta definição, entradas USB, conexões Wi-Fi, Bluetooth e discos rígidos de até 80 GB. Mas o que torna o PS3 tão atrativo no ambiente científico é um “simples” chip: o Cell.

Criado em parceria da Sony com a IBM e a Toshiba, o chip Cell tem um núcleo e oito processadores. Essa arquitetura permite que cálculos sejam distribuídos, agilizando as tarefas sem sobrecarregar o sistema.

“A capacidade de cálculos é inimaginavelmente grande. Considerando o que se gasta para produzir um PS3, é uma imbatível relação custo/benefício no mercado computacional”, explica o consultor de informática Martinelli.

DIVERSÃO BARATA

Quando foi lançado, em novembro de 2006, o PS3 importado chegou ao Brasil por cerca de R$ 7 mil. O preço foi reduzido ao longo dos meses, e hoje varia de R$ 2,2 mil a R$ 3,5 mil, dependendo do modelo. Seu principal rival, o Xbox 360, é vendido por R$ 2,5 mil – com a vantagem de ter garantia e assistência técnica no país, além de uma oferta de jogos maior.

A professora Monica, doutora em Física, faz as contas. Com o projeto de pesquisa financiado pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa no Estado de São Paulo), comprou cada máquina no Brasil por cerca de R$ 1,58 mil. Conseguiu um total de 72 processadores, já que, efetivamente, são seis os centros de processamento ativos em cada PS3. O mesmo dinheiro, se aplicado em servidores convencionais, resultaria em apenas 32 processadores, ela diz.

“Ocorre que o hardware do PS3 é barateado por expectativas de volume de vendas e ganhos com softwares (jogos), algo que não acontece no mercado de servidores”, diz Martinelli. Ou seja, a Sony pretende lucrar com a venda de jogos, enquanto perde alguns trocados para ver sua base instalada de usuários aumentar. Pena que cientistas não jogam durante o trabalho. Ou jogam?

Monica não conhece videogames, nem mesmo Wii e Xbox 360, os rivais do PlayStation 3. Ela revela que jogava “Descent”, jogo de naves espaciais em 3D que marcou época nos computadores. Dos 12 PS3 configurados para a pesquisa, somente o primeiro veio com jogo – já devidamente guardado junto com os joysticks.

A SERVIÇO DA CIÊNCIA

Antes de investir no “cluster” de videogames, Monica testou um PlayStation 3. Convencida de que poderia dar certo, avançou com o projeto. “Na Unicamp desconfiaram, acharam que era um risco muito grande”. Mas a reação foi positiva quando perceberam os resultados, diz a professora.

No entanto, o console da Sony não pode executar qualquer função na informática, segundo a pesquisadora. “O PS3 não é a salvação para todos os problemas, tem aplicações bastante específicas”, diz.

Outros projetos pelo mundo também utilizam o poder de processamento do console com o chip Cell. Até mesmo a Sony se viu obrigada a instalar servidores de PS3 para hospedar as conexões de partidas on-line do jogo Warhawk, recentemente lançado para o próprio PlayStation 3.

No campo científico, o projeto PS3 Grid vem com o subtítulo “PlayStation 3 a serviço da ciência”. A iniciativa pretende reunir voluntários para pesquisas na área de simulação de dinâmicas moleculares. No site, os criadores citam um exemplo de mutirão de videogames dedicados aos cálculos. “Se mil pessoas se unirem nessa cooperativa, teremos uma força computacional equivalente a 16 mil computadores de processador simples”, diz o texto de introdução.

LANTERNINHA

Enquanto amplia as possibilidades da ciência, o PS3 continua seu caminho tortuoso no mercado em que foi destinado a brilhar. A “guerra da nova geração” de games já existe “oficialmente” há quase um ano, e o PS3 é o lanterninha. Desde seu lançamento, foi alvo de polêmicas. Preço alto, ajustes de hardware e uma linha de jogos que não conquistou o público.

A concorrência não perdeu tempo. Segundo dados do site Video Game Chartz, o PS3 tem quase cinco milhões de unidades vendidas no mundo, contra 11 milhões do Xbox 360 e 12 milhões do Wii.

Recentemente, foi confirmado o reajuste de preços na Europa, que passam a valer a partir desta quarta-feira (10). O modelo de PS3 com disco rígido de 60 GB caiu de 599 (R$ 1,52 mil) para 499 euros (R$ 1,27 mil), e um modelo com HD de 40 GB será lançado a 399 euros (R$ 1 mil).

Fonte: G1

RIP Mandic

 Fica aqui minha homenagem para o @mandic [dono@vida - ~ @12:19:36]  1:> sudo minicom COM1:mandic > UPTIME  24090 days > AT+CMGS=...