quinta-feira, 24 de maio de 2007

Autor da GPL diz que Google tem dever moral de revelar códigos

Proeminente advogado do software livre, Eben Moglen, diz que licença não obriga empresa a ceder códigos, mas bom senso sim.

Companhias como o Google, que estruturam seus negócios em softwares como o Linux, têm o dever moral de contribuir com a comunidade de software livre, disse um proeminente advogado do software livre na quinta-feira (23/05).

Eben Moglen, professor da Universidade de Columbia e presidente da Software Freedom Law Center, acrescentou ainda que esta seria uma boa atitude, já que as licenças não vão exigir que isso seja feito em curto prazo.

Moglen está dando os retoques finais no que será a próxima versão de licença de software adotada pelos desenvolvedores do kernel do Linux, a GNU General Public License (GPL) Versão 3.

Os softwares licenciados pela GPL podem ser livremente copiados e modificados, mas qualquer que o utilize deve publicar as modificações sob a mesma licença. Isso significa que empresas como a Red Hat e a Novell são obrigadas a devolver seus códigos em Linux à comunidade.

Mas o mesmo não vale para empresas como Google e Yahoo, considerados dois dos maiores usuários de Linux no planeta. Embora seus softwares baseados em web sejam usados por milhões de pessoas, essas companhias são provedoras de serviços e não distribuidoras de software. Portanto qualquer alteração que façam no Linux permanece privada.

A organização responsável pela GPL, a Free Software Foundation (FSF), dialogou com a idéia de acrescentar cláusulas que fariam com que os provedores de serviço devolver suas mudanças à comunidade, mas abandonou a proposta.

Em uma apresentação na terça-feira (22/05), Moglen disse que a pressão da comunidade - e não licenças de software - poderia levar a contribuições recorrentes do Google a projetos em GPL.

O Google já contribui para muitos projetos de código aberto, incluindo o Linux, mas observadores dizem que ele poderia fazer mais. Mas segundo Moglen não há planos de forçar um modelo de contribuição pela GPL.

Eles têm responsabilidades éticas e morais de retornar pelo menos as modificações que são críticas ao seu negócio e que têm valor à comunidade”, defendeu ele. “Veremos com o tempo se serão necessárias medidas adicionais para garantir colaboração na comunidade”.

O Google ampliou seus esforços em software livre nos últimos dois meses, segundo Chris DiBona, gerente de programas de código aberto do Google, por e-mail. Recentemente o Google e a FSF fecharam um acordo de contribuição que permite à empresa colaborar mais em projetos como o GNU C Compiler e fazer correções para o Emacs e outras ferramentas para Linux.

Fonte: IDGNow

Na minha opinião a versão 3 da GPL vai dar muita dor de cabeça para muita gente ainda. Não acho certo uma empresa que desenvolve um certo aplicativo em "linux" ser "obrigada" a abrir o código para todos. Existe uma coisa chamada "propriedade intelectual" e isso ninguem pode tirar do desenvolvedor. Dependendo de como vai ficar a versão nova, é bem provavél que muitos desenvolvedores e empresas não irão adotar a nova versão, permanecendo com a GPL 2.

Ficaremos de olho

Madrugada acordado = Garfield


Hilário !!!!!!

segunda-feira, 21 de maio de 2007

Falta de profissionais de tecnologia pode se tornar crítica em cinco anos



Pesquisador da HP diz que carência motivou iniciativa do governo do Rio Grande do Sul de aproximar empresas e universidades.

A carência de pessoal capacitado em tecnologia da informação não é privilégio do Brasil e pode gerar uma grave crise no setor em um período de cerca de cinco anos, caso a tendência atual - onde a demanda cresce mais rapidamente que a formação de profissionais - prevaleça.

A afirmação é de Greg Astfalk, cientista chefe da HP que participa do 4o. HP Brazil International Tech Symposium, em Porto Alegre (RS). Segundo ele, a demanda por profissionais cresce cerca de duas vezes mais que o Produto Interno Bruto (PIB) dos países, o que gera a carência.

No caso do gerenciamento dos servidores, acrescenta o cientista, "na medida em que esses ambientes ganham complexidade, cresce a demanda por profissionais habilitados a gerenciá-los", afirmou.

Darlei Abreu, vice-presidente de pesquisa e desenvolvimento da HP Brasil, também demonstrou preocupação com a falta de pessoal capacitado. Segundo ele, a HP Brasil tem hoje 800 profissionais dedicados à pesquisa e desenvolvimento, dos quais 400 no centro de desenvolvimento montado há 10 anos na PUC do Rio Grande do Sul.

"Mas esse número tem uma necessidade de expansão contínua, de cerca de 30% ao ano, e é verdade que está ficando complicado suprir as vagas", disse ele, no mesmo evento.

Segundo Abreu, há hoje um delay entre oportunidade de mercado e disponibilidade de recursos. "Temos de mexer na motivação do jovem para atender às demandas já existentes. Senão, como será daqui para a frente?", questionou.

Para tentar minimizar o descompasso, o secretário de Desenvolvimento e Assuntos Internacionais do Rio Grande do Sul, Nelson Proença, tomou a iniciativa de reunir, periodicamente, as companhias HP, Dell e SAP e representantes de 15 universidades do estado para que as empresas do setor possam relatar às universidades as necessidades que enfrentam em termos de recursos humanos.

"A idéia é que o estado atue como integrador desse encontre e que as universidades adaptem seus currículos às necessidades do mercado", afirmou Proença aos jornalistas.

Fonte IDGNow

sábado, 19 de maio de 2007

StarCraft 2 - Finalmente





"Hell, It is About Time"


Bom, depois de uma espera quase que infinita, a Blizzard finalmente irá lançar a continuação de um de seus maiores jogos. StarCraft !

Jogo eles desde o seu lançamento em 1998 já foram vendidas 9.5 Milhões de cópias do jogo.

E desde os bons e velhos tempos de STI, 1998, jogo ele. Lembro de quando paravamos o Callcenter de final de semana para jogar das 7 da manhã até a 23:00 e não parávamos nem para almoçar.


Para voces terem uma ideia, andava com um mini CD com o jogo instalado no CD para jogar em qualquer lugar que eu tivesse oportunidade (rsrsrsrs).

No site oficial, existe um trailer mostrando algumas imagens do jogo e vou confessar, acho que vou contar os dias para o lançamento.

Essa foi a melhor notícia do ano em questão de jogos, mas a pergunta sobre a data do lançamento é:

QUANDO ?

Anúncio oficial da Blizzard sobre o jogo: http://www.blizzard.com/press/070519.shtml
Site Oficial: http://www.starcraft2.com

Víde retirado do site do OVELHO

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Tecnostress !


Seu vôo está agradável, e você está aproveitando o tempo para ler este post. Mas gostaria que você confessasse: não vê a hora de o avião aterrissar para ligar seu celular e verificar as novas mensagens de voz? Você só está lendo esta matéria porque a bateria do notebook acabou e você não pode continuar trabalhando? E ainda mais, se você possui um dispositivo que permite receber e-mails, como um PDA ou celular, está desesperado para checar se existem novas mensagens de texto?

Se você se enquadra em alguma dessas situações, cuidado! Você é um sério candidato a sofrer de tecnostress, o efeito colateral inesperado que a maioria dos equipamentos eletrônicos criados para simplificar ou tornar nossa vida mais agradável está produzindo nas pessoas.

Em meados da década de 1990, Bill Gates predizia que a tecnologia iria tornar as pessoas mais produtivas e, como conseqüência, teriam mais tempo para se dedicar ao lazer e ao convívio com a família. Gates não estava errado quanto à produtividade, mas certamente não previu alguns fatores que acabaram tornando os computadores e outros dispositivos eletrônicos verdadeiros algozes de seus usuários.

Mais produtividade significa que menos pessoas podem fazer o mesmo trabalho. Globalização significa que, profissionalmente, você não vive mais apenas no seu fuso horário. Por exemplo: você ainda não foi convocado para uma teleconferência via satélite de madrugada?

O impacto direto desses fatores são o aumento da carga de trabalho e da quantidade de informação a ser administrada e a conseqüente diminuição do tempo para realizar todas as tarefas. O resultado é o stress, resposta fisiológica, psicológica e comportamental de quem tenta se adaptar às pressões internas e externas, só que agora turbinado pela tecnologia – por isso, rebatizado de tecnostress.

Não é o caso aqui de discutir as características do stress, mas alguns dos fatores que a tecnologia adicionou à formação do stress.

Não é frustrante quando e-mails, chamadas, mensagens telefônicas e por fax chegam em quantidade maior do que a nossa capacidade de lidar com eles? Até dez anos atrás, era possível, para a maioria de nós, limitar a alimentação do stress à nossa presença no escritório. O máximo que poderia acontecer era a ligação de algum “estressado” do escritório para o telefone de casa.

A malvada mobilidade

A culpa não é da tecnologia, que foi criada com boa intenção. Como o telefone celular, que permitiu às pessoas falarem e serem encontradas em qualquer lugar. Ou o notebook, que possibilitou trabalhar durante as viagens. Ou ainda o Blackberry, que iniciou a onda de receber e-mails em qualquer lugar.

Ótimo, não? Nem tanto. Libertados dos fios, os gadgets eletrônicos eliminaram a dimensão física e presencial da nossa vida profissional.

Sem perceber, as pessoas foram se deixando levar pelas facilidades que a mobilidade trouxe e que criaram uma verdadeira dependência desses dispositivos, o que pode ser tão nocivo quanto a dependência química ou alcoólica.

Sem fios, mas preso

Liderando o lado negro da tecnologia, um autêntico Darth Vader, está o e-mail. Estudos revelam que executivos e profissionais estão absolutamente dependentes de abrir suas caixas postais em intervalos cada vez mais curtos. A impossibilidade de checar a caixa de entrada aumenta a ansiedade e altera o estado de espírito dessas pessoas.

Como o e-mail se tornou a principal forma de conversação entre a maioria dos profissionais, ter acesso às mensagens se torna mais importante do que usar o telefone ou conversar pessoalmente. É fácil, é rápido, e o custo é praticamente zero.

O notebook iniciou a era do acesso remoto, móvel, ao e-mail. Mas ainda apresenta limitações, porque não se pode carregá-lo para todos os lugares e ele ainda depende da existência de uma linha telefônica ou rede Wi-Fi, sem fios.

Já o celular você leva para todos os lugares, cabe no bolso, pode ser usado no carro ou ônibus a qualquer hora e lugar onde haja cobertura. O grande impulsionador dessa nova febre é um dispositivo chamado Blackberry, um celular que dispõe de serviço de acesso a e-mails de forma automática. O próprio aparelho se encarrega de baixar as mensagens assim que elas chegam à caixa postal. Esse método, chamado de push-mail, difere dos PDAs – computadores de bolso – e dos celulares convencionais, que exigem que você ordene a leitura dos e-mails no seu servidor. A febre do Blackberry e similares ainda está longe de atingir o seu auge, mas causa preocupação.

Um vôo que fiz de São Paulo a Recife com alguns executivos que iriam participar de um evento me mostrou a dimensão exata dessa dependência. Ao ouvir a comissária dizer que era possível ligar aparelhos eletrônicos, um deles sacou seu dispositivo do bolso, que funciona com o módulo de celular desativado, e iniciou a leitura de centenas de mensagens que lhe tomaram o restante do tempo de vôo. Chegando a terra e podendo ligar o celular, imediatamente disparou as respostas que havia redigido no avião e passou todo o percurso entre o aeroporto e o hotel de Porto de Galinhas lendo novas mensagens.

Durante os três dias do evento, pude vê-lo diversas vezes, nunca longe de seu algoz eletrônico, nem mesmo na piscina. O mais curioso era sua aparente felicidade de poder estar conectado em tempo integral. Para ele, o conceito de qualidade de vida e lazer certamente ganhou outra visão.

Pois bem, se você já chegou a esse ponto, cuidado! Os reflexos disso aparecerão em sua vida pessoal. Seu comportamento familiar vai mudar, para pior. Mas tudo bem, quando estiver sentado na sala de estar, você pode mandar um e-mail do seu celular para o seu filho, que está na internet há várias horas no seu quarto, e convidá-lo para um bate-papo. Não, não me refiro a um chat, mas a uma conversa frente a frente, ou até para um antiquado hábito como jogar bola ou andar de bicicleta. Talvez a resposta venha numa mensagem SMS no celular, dizendo que não vai dar, pois ele vai jogar futebol com um amigo no Second Life, um mundo virtual da internet.

Ainda há tempo. Você pode usar a tecnologia para o bem ou para o mal. Ser Darth Vader ou Obi-Wan é apenas uma questão de como usar o sabre a laser ou o celular.

Retirado do Ícaro Brasil

sexta-feira, 11 de maio de 2007

Profissional de TI não é estúpido e nem idiota !

A maioria dos profissionais de TI que trabalham fixo em alguma empresa, também prestam serviço para outras empresas como FreeLancer. Até ai tudo normal, sem problema algum.

E quando esse profissional trabalha bem, é natural que se receba uma proposta de trabalho "fixo" por parte dessa empresa.

Aconteceu algo parecido com um "amigo" meu. Esse meu "amigo" recebeu uma proposta muito boa de trabalho, um novo desafio para a sua carreira e ele aceitou o trabalho com a certeza de que se daria muito bem no local, pois já havia prestado serviço anteriormente para lá e tinha gostado do local.

Mas como diz o ditado: "Quando a esmola é grande, o santo desconfia"

Esse meu "amigo" viu que o dia-a-dia da empresa não seria tão desafiador assim, muito menos empolgante e recompensador e ele começou a cobrar da empresa uma posição para a sua situação atual, bem como algumas horas de trabalho devidas à ele referentes a umas horas trabalhadas no início do ano para essa empresa e não obteve nem a resposta que ele queria e muito menos o dinheiro.

Mas para a sua felicidade, caiu em seu colo uma oportunidade única de trabalho em uma gigante do mundo de TI e Telecom e ele resolveu sair da empresa em que estava e seguir o seu novo caminho de sucesso, maaaaaaaas não sem antes cobrar a empresa antiga aquelas horas ($$) trabalhadas não pagas, mas para variar, estão ignorando os emails dele.

Ele me falou que essa semana será a ultima semana que ele irá esperar esse pagamento, pois caso não saia, haverá sérias retaliações.

Vai venô !!!

quinta-feira, 10 de maio de 2007

Protótipo de livro eletrônico para cegos vence Imagine Cup 2007


Por meio de radio freqüência e pinos, projeto KnowTouch, vencedor da Imagine Cup 2007, permite leitura em Braille para cegos.

Um projeto que pretende possibilitar que cegos consigam ler dezenas de livros pelo método Braille com preço menor que a média do mercado ganhou a edição 2007 do Imagine Cup, promovido pela Microsoft.

Chamado de KnowTouch, o projeto usa pinos eletromecânicos que são moldados com os símbolos do alfabeto em Braille conforme as palavras da obra recebidas por rádio freqüência de um servidor que estoca os livros eletrônicos.

Ao entrar no raio de alcance do servidor, o usuário recebe uma lista de obras disponíveis em seu aparelho móvel.

O sistema foi desenvolvido por Diogo Nascimento, Murilo Pontes, Raquel Almeida e Thiago Teixeira, alunos da Universidade Federal de Pernambuco (UPE) e do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).

Por vencer a categoria Design de Software, a equipe representará o país na final mundial do concurso, a ser realizada entre os dias 6 e 12 de agosto, na Coréia do Sul.

Na edição deste ano, o país atingiu participação de 52% na semifinal da competição, com 97 equipes atingindo o nível - entre os outros países presentes, estão China, Índia e Estados Unidos.

A visita ao Brasil do COO (chief operation officer) da Microsoft, Kevin Turner, tem relação direta com a alta participação do país na competição, que busca fomentar e custear projetos de softwares que explorem educação neste ano.

Mesmo com a instensa participação em edições anteriores, as equipes brasileiras nunca venceram a categoria Design de Software da Imagine Cup mundial.

Fonte: IDGNOW

sábado, 5 de maio de 2007

OLPC esclarece: Nada de Windows no Laptop


Surgiram alguns boatos que o LPC seria distribuído com Windows como sistema operacional, mas isso é totalmente desmentido pelos responsáveis pelo projeto(clique para ver a matéria original).

E realmente isso faz muito sentido, pois se é para ter um custo de no máximo U$175,00, seria totalmente inviavél o pagamento de um S.O proproetário, o que faria com que o preço do OLPC aumentesse consideravélmente.

Mas enquanto isso, os testes do OLPC estão indo de vento em popa no RS e no resto do país. Em entrevista a revista ARede (www.arede.inf.br), A professora Léa Fagundes, coordenadora do Laboratório de Estudos Cognitivos (LEC), da UFRGS, conta por que acredita no laptop XO para revolucionar os processos de ensino no país e algumas etapas do projeto.

"Essa máquina XO é tudo o que a gente sonhou, queria, e nunca conseguiu” . Quem diz é a professora Léa Fagundes, referindo-se ao laptop da ONG One Laptop per Child (OLPC).

“É um computador novo, o primeiro criado para ser usado na educação”, destaca. Ou seja, não é mais a adaptação forçada, para as escolas, de um equipamento feito para escritórios.

Dos 400 XOs previstos para a escola de Porto Alegre, contudo, chegaram apenas cem, em janeiro, dos quais somente 50 haviam sido liberados na alfandêga, até o final de março. A coordenadora do LEC lamenta que ainda haja, no governo e na indústria, muita oposição ao projeto da OLPC. Isso acontece, argumenta Léa, porque a Intel, fabricante do equipamento concorrente, o ClassMate, estaria oferecendo um pacote completo ao país — capacitação de professores, conteúdos curriculares, logística de transporte, tudo. “O problema é que o ClassMate é um PC, não muda nada no sistema de ensino”, critica ela.

Bom, como isso é Brasil, pode se esperar de tudo, principalmente a não realização completa desse projeto por questões como esse acima detalhado pela professora, de empresas concorrentes tentando levar vantagem - e com certeza algum político também - e isso suja o nome do projeto.

A entrevista completa pode ser lida no site da Revista ARede: Revista ARede

Para saber mais sobre o projeto "Projeto UCA - Um Computador por Aluno", entre no site da LEC:
http://www.lec.ufrgs.br/index.php/Projeto_UCA_-_Um_Computador_por_Aluno

E contribua para o desenvolvimento desse projeto no país, e quem sabe teremos um futuro melhor para as nossas crianças. Eu já estou participando.