domingo, 30 de dezembro de 2007

Hermanoteu na terra de Godah: Melhores do mundo




Para fechar o ano com chave de ouro, uma parte do show dos "Melhores do mundo"

HERMANOTEU NA TERRA DE GODAH

Não vejo a hora de ver o show ao vivo, esses caras são D+

Passarinho Cantor






Esse merece ! EHEHEH

Feliz Ano novo !!

Bom galera, mais uma no está indo embora e mais um ano novo chegando (dããããããhhh !!)

Esse ano de 2007 foi ano de muitas lutas - ao menos para mim - e muitas vitórias também.

Foi um ano de mudanças, um ano de aprendizado, um ano de novas amizades, de novas conquistas, de velhas manias, de novas atitudes, novos desafios, amigos que foram, amigos que voltaram...

Esse é um ano para não se esquecer nunca. Tivemos queda de avião, senador sendo absolvido, São Paulo Penta-campeão, Curintia rebaixado (kakakakakaka), academia, até a criação desse Blog - que começou como um desabafo para o dia-a-dia na empresa e acabou sendo algo legal de se fazer e nunca imaginava que teria loucos para ler, comentar e até mesmo repassar.

Que 2008 seja um ano maravilhoso a todos, que continuemos a nossa caminhada, que tenhamos muitas histórias para contar - boas ou más - e que o Senhor abençõe à todos nós como em 2007, pois Ele nos sustentou em tudo e não nos deixou faltar nada.

Quero deixar "um abraço para os mano, um beijo para as mina" e um FELIZ 2008 para todos os meus amigos e para todos aqueles que lêem as poucas palavras que escrevo e que ainda não conheço.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Microsoft assina raro acordo para software de código aberto

Como diria o grande Sílvio Luiz:

"no paaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuu !!!!!!"

Para aqueles que diziam (aKa WinAdmins) que o SAMBA ia morrer e que desktop linux em empresas que tinham rede mistas - Win e Linux - ia para o beleléu por causa do novo modo de acesso ao protocolo pelo windows, tenho só uma coisa a dizer:

Dançaram pregos !!!!

A Microsoft assinou um raro acordo com um grupo de software de código-fonte aberto, na quinta-feira, cumprindo parte das sanções que lhe foram impostas pela Comissão Européia por violações de leis antitruste. "Isso deve reforçar a concorrência em um mercado que a Microsoft veio a dominar devido ao seu comportamento abusivo", disse Jonathan Todd, porta-voz da Comissão.

A Comissão decidiu em 2004 que a Microsoft deve fornecer informações sobre interconexão de modo a permitir que produtores rivais de software para servidores criem produtos capazes de operar de maneira tão suave com os computadores acionados pelo sistema operacional Microsoft Windows quanto as máquinas que usam software Microsoft para servidores.

O acordo, assinado nos Estados Unidos pela Protocol Freedom Information Foundation, tinha por objetivo ajudar a Samba, uma produtora de software gratuito e de fonte aberta para servidores. "O acordo permite que conservemos o Samba atualizado diante das recentes mudanças no Microsoft Windows, e também ajuda outros projetos de software aberto que precisam interoperar com o Windows", disse Andrew Tridgell, criador do Samba.

O software em questão se destina a uso em escritórios por pequenos grupos, e administra a conexão com redes e o uso compartilhado de impressoras.

A Comissão constatou em 2004 que a Microsoft havia recusado oferecer informações de interconexão, de maneira que permitisse que os computadores acionados pelo Windows e servidores acionados por software produzido por concorrentes funcionassem juntos.

As ações da Microsoft para cercear a competição levaram sua fatia de mercado no software para servidores a disparar, e reduziram severamente o mercado de suas concorrentes, que essencialmente abandonaram esse segmento.

A Microsoft resistiu a cumprir a ordem até que o segundo mais alto tribunal da União Européia confirmou a decisão da Comissão, em setembro. Já que o Samba não era um software comercial e não havia como expulsá-lo do mercado, ele pôde se beneficiar da decisão.

"Papai gostou"

E viva a União Européia

Referência: http://news.samba.org/announcements/pfif

Você acha que o Windows tem bug ? Espera até começar a usar o MAC OS X

Larry Dignan, um jornalista especializado em segurança do site ZDNet, realizou um estudo a respeito das vulnerabilidades surgidas em 2007 em dois dos principais sistemas operacionais do mercado. E, os resultados da pesquisa foram surpreendentes: segundo os números apresentados, o Mac OS X foi o SO que mais apresentou erros de segurança neste ano.

Dignan publicou o documento baseado em relatórios de vulnerabilidades gerados pela empresa de segurança Secunia. Para realizar uma comparação coerente, ele unificou as falhas apresentadas pelas versões Tiger e Leopard pelo lado do Mac OS X e XP/Vista pelo lado do Windows. Mesmo assim, o SO da Apple apresentou cinco vezes mais falhas de segurança se comparado ao representante da Microsoft, sendo que a maioria delas pertencia ao nível crítico.


No entanto, antes que os macmaníacos comecem a chiar com os números da tabela acima, vamos fazer três ressalvas:

- empresas de segurança costumam liberar relatórios de vulnerabilidades que apresentam números diferentes se comparados. Ou seja, apesar da Secunia ser uma companhia bastante respeitada na área de segurança virtual, o ideal seria que Dignan analisasse os números de falhas apresentados por outras empresas além da primeira, cruzasse os dados e só depois fizesse a comparação entre Windows e Mac OS X;

- a Apple costuma liberar correções de para falhas de segurança em seu sistema operacional com mais rapidez do que a Microsoft;

- é inegável que o Windows Vista apresenta uma notável melhoria em seu sistema de segurança (Será mesmo ? não tive a infelicidade de testar isso ainda)

Para dar uma olhada no relatório original, basta acessar:

http://blogs.zdnet.com/security/?p=758

CRTL+C / CRTL+V do Techguru 2.0

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Segurança sim. Pero no mucho


Fazia tempo que não colocava nenhum 'causo' do nosso amado mundo de TI, mas essa veio para ocupar lugar de muitos outros 'causos' que não coloquei aqui, pois chega a ser ridículo.

Estou alocado em um cliente que tem um grande Know-how em diversas áreas, mas a mais importante dela é o seu Dono - que no meu modo de ver é o empresário mais sábio e sensato que existe no Brasil e eu o admiro muito por isso (é o homem do cimento) - mas estou alocado no banco dessa empresa.

Preciso instalar a ferramenta de desenvolvimento na empresa e criar alguns processos e treinar o pessoal interno para estarem desenvolvendo os outros processos que eles desejam, mas a coisa esta extremamente dificil.

Normalmente, quando uma empresa contrata um consultor, ela aloca um funcionario para ser o 'sombra' do consultor, apenas para acompanhar o que ele esta fazendo e auxiliar em alguma coisa. Mas o que esta acontecendo é uma coisa extremamente bizarra e nunca vi nada do tipo na área.

Ao inves de eu (consultor) estar instalando o software na máquina, configurar e iniciar o desenvolvimento do processo, quem faz isso é o funcionario deles, ele faz o que eu 'mando' - clica aqui, coloca essa configuração nessa caixa e etc - mas isso é totalmente inviável, pois instalar um software do tamanho e do porte do que fui designado a instalar, não é para qualquer mané e não é de uma hora para outra que se instala ele. Para piorar as coisas, não tenho acesso a nada: telefone, internet, ao meu notebook (!!!!) e pasmem, na maquina que estou tentando instalar com o manezinho da empresa.

Não posso encostar em um mouse, teclado e etc... necas, nadinha. Até para ir ao banheiro, preciso de um cartão para abrir a porta - provavelmente devem pesar o tamanho do submarino que deixo na casinha também - ridiculo.

O que esta me salvando é meu Treo, por onde tenho respondido os emails do pessoal da empresa e tentando alguma informação sobre alguns pontos que estamos tento problema na instalação, mas como todos sabem, o preço do kb trafegado no Brasil é uma coisa absurda e com certeza estarei pedindo o reembolso disso.

Mas ontem 'roubei' um ramal telefonico que não estava sendo usado por ninguém e fiz uma conexão dial pelo meu note, para enviar um arquivo de LOG para o Mestre Jedi da empresa, para tentar me ajudar em algo, mas assim que enviei, guardei o notebook novamente, para não buzinarem na orelha.

Percebi que isso também acontece com os demais consultores que estão lá e tem até algumas regras que os funcionários devem seguir, mas no todo achei um exagero.

E deixo duas perguntas:

Até aonde vai as restrições que devemos impor aos funcionários de uma empresa para se conseguir a segurança desejada?

Até que ponto chega a ser ridículo a segurança de uma empresa ?

sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Bohemian Rhapsody - LEGO

Uma das músicas mais clássicas do Queen interpretada por Lego :D



Imaginação fértil ? Merda na cabeça :D

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

De técnico e louco, todo mundo tem um pouco... em alguns casos MUITO !


Todo ano, empresas que trabalham na recuperação de dados divulgam as piores “tragédias” envolvendo dispositivos de armazenamento.

E no ranking de 2007 da Kroll Ontrack o que não faltam são incidentes bizarros, como a câmera digital que saltou de pára-quedas, o disco rígido que recebeu óleo para parar de fazer barulho e o notebook que deu um mergulho no lago. Em todas as situações listadas, diz a empresa, as informações foram recuperadas.
Confira abaixo a lista com os dez casos mais estranhos registrados neste ano.

10 – Limpeza

Uma cliente “lavou” seus dados, após colocar acidentalmente um dispositivo portátil de armazenamento dentro da máquina de lavar roupa.


9 – Fome

O pai de um bebê derrubou seu memory stick em um prato de purê de maça, enquanto alimentava a filha. O dispositivo estava no bolso de sua camisa e caiu, quando ele se debruçou sobre o cadeirão.


8 – Banho
Um pescador levou seu laptop para o barco que virou, derrubando o homem e o computador em um lago.

7 – Sobreposição

Um fotógrafo gravou imagens de um evento por cima das fotos de um casamento, sendo que ele ainda não havia entregado essas imagens aos noivos.


6 – Cobertura

Durante uma experiência, um cientistas acidentalmente derrubou ácido em seu disco rígido externo, “queimando” dados importantes.


5 – Despedaçado

Durante uma discussão, um executivo atirou seu memory stick no parceiro. O dispositivo, com importantes planos da companhia, se partiu em diversos pedaços.


4 – Quente

Um incêndio destruiu um escritório inteiro. Sobraram alguns CDs com dados, que derreteram dentro de suas caixas.


3 – Silêncio

Um cientista estava cansado do barulho de seu disco rígido. Então, ele fez um furo na peça e jogou óleo, dando um fim no barulho e também no HD.


2 – Queda

Para testar as funcionalidades de um pára-quedas, uma câmera foi jogada presa a ele, de um avião. O pára-quedas não abriu e o eletrônico se partiu em diversos pedaços, mas seu cartão de memória foi recuperado.

1 – Invasão

Depois de descobrir que uma invasão de formigas em sua casa e também em seu disco rígido, um fotógrafo jogou inseticida no HD, acabando com as formigas e com os dados.


Copiado discaradamente do G1 - Globo.com

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Telefônica: Ruim com ela, pior sem ela


A mais ou menos 1 mês a tras, pedi para fazer upgrade do meu Speedy de 250kbps para 512kbps. Para meu espanto em menos de uma hora o link já estava na nova velocidade, pois não estava mais suportando esperar os downloads a 31kB.

Fiquei tão contente com a mudança e a com a rapidez, que estava pensando em fazer um upgrade para 1MB de link. Mas para minha surpresa, na quinta-feira, estava trabalhando com a esposa me liga falando que a internet não estava funcionando. Como não tinha como resolver do trabalho, pedi para ela ir fazer um bolo (estava de férias :D :D :D :D) e que quando eu chegasse eu veria isso.

Chegando em casa fui verificar o que tinha acontecido e visualmente o modem estava sincronizando, mas não havia conexão. Como eu faço a autenticação no meu router wireless, não mostrava o erro, apenas mostrava 'não conectado'. Então tirei o cabo do router e coloquei ele direto na placa do PC e pedi para fazer a autenticação manualmente pelo SO, e o erro foi 'usuario e senha incorretos'. Resolvi fazer um teste e coloquei o usuario padrao da telefonica internet@speedy.com.br e conectou de primeira. Comecei a navegar e verifiquei que estava extremamente lento.

Para tirar a pulga atrás da orelha, entrei no site que faz o calculo de banda - http://medidor.telium.com.br - da empresa que eu trabalhava e que tenho certeza que a velocidade é real e marcou...

201 kbps.

Menos da metade do que eu havia contratado na mesma hora entrei em contato com a telefônica e depois de digitar 1.456.345 numeros no aparelho falei com um atendente e me falaram o seguinte:

"Senhor, devido um problema com o sistema, sua velocidade foi reduzida para 200kbps e não estamos conseguindo voltar a velocidade contratada. Temos um prazo de 3 dias para resolver isso senhor"

Não preciso nem dizer que não engoli essa, mas mesmo assim desliguei o telefone para não chingar a coitada da menina que tinha me atendido, mas 5 minutos depois voltei a ligar e ai eu atormentei os caras. Pedi todos os detalhes possiveis e imaginaveis do problema e so sabiam me dizer que não estavam conseguindo arrumar o problema e era para eu esperar agora 5 DIAS. Resolvi desligar e deixar passar o final de semana para ver no que dava.

E é claro que não resolveram o problema e liguei novamente hoje na telefônica e dessa vez me informaram que o problema era no modem, que não suportava a velocidade (HAHAHAHAHAHA) sendo que funcionou quase 1 mês que estava velocidade correta. Depois dessa piada, resolvi entrar em contato com um amigo meu, que trabalha na área de TI da Telefônica e falei do problema.

Ele falou assim:

"Perae.... desconecta e conecta dinovo e testa."

Adivinha ? A velocidade voltou ao normal. Falei isso para ele e ele soltou:

"Esses tapados não sabem fazer nada direito mesmo"

O problema foi resolvido em 5 minutos, sendo que tinham me pedido 5 dias para resolver... mas infelizmente, nas regiões que não chega Virtua/Ajato, temos que ficar a disposição da telefônica para termos um link de internet que é uma PORCARIA, mas podiam pelo menos treinar melhor o "centro de atendimento avançado Speedy.

domingo, 2 de dezembro de 2007

Vostro 1500: O pequeno gigante


Estava precisando comprar um notebook para trabalhar, mas faltava o principal, $$.

Mas chegou a um ponto que precisava devolver o notebook da empresa e ter o meu próprio. Fiz algumas pesquisas em lojas aqui em São Paulo - Fastshop, Casas Bahia e uma loja que vende PCs - e também pela internet. Resolvi que iria comprar um DELL, por causa das facilidades de compra, garantia e também por já conhecer a qualidade dos servidores deles.

Fiz a cotação pelo site da maquina que eu queria, mas infelizmente não tinha a opçao de tirar o Windows embarcado na compra do PC - o que acho um absurdo - , então resolvi ligar no 0800 da Dell, montei o meu PC e no 0800 tinha a possibilidade de se retirar o windows da jogada.

Sexta-Feira o PC chegou e depois de Windows e Fedora instalado, fui fazer os testes para ver até aonde a criança aguentava.

No Windows, nenhuma surpresa, alias uma surpersa. Nao existe coisa mais ridícula para instalar os drivers em um sistema operacional do que o CD que vem com as maquinas da Dell. Basta colocar o CD, ele reconheçe o seu hardware e pergunta: "Deseja instalar ?" É só clicar em sim e ir para o abraço, ele instala tudo sozinho e reinicia a maquina... sem stress.

No Linux, a mesma coisa, a única coisa que deu 'trabalho' foi a placa wireless, que precisei baixar os drivers da placa, mas nada de outro mundo, um arquivo de 25K.

Depois de tudo instalado, configurado, rodando e testado, cheguei a conclusão que a melhor escolha que fiz foi a compra desse notebook. Em momento nenhum ele deu sinais de lentidão, que ia travar ou até mesmo de que ficaria com o processador e memória esgotado. Estou muito satisfeito nesse ponto.

O que mais me chamou a atenção desse notebook para compra, foi a placa de vídeo. Ele tem uma Nvidia GeForce 8400 GS de 128MB dedicada, tendo a opção de se usar mais 128 de memória do próprio PC, com certeza o maior chamariz para a minha compra.

A sua 'carenagem' é outro ponto que chama a atenção, ele é inteiramente preto e não é plástico, é um tipo de aço escovado pintado de preto, muito lindo, mas fica com marca de dedos frequentemente.

para finalizar, é uma otima ferramenta de trabalho e realmente cumpre tudo o que a configuração dele promete e com louvor. Não conhecia a linha Vostro da Dell e estou muito satisfeito, altamente recomendado.

A configuração do note é:

- Intel Core 2 DUO 1.8 2MB cache
- NVIDIA GeForce 8400GS 128MB
- 2GB de memória RAM
- HD 120GB, sata 5400
- Leitor de cartões
- DVD/RW
- E mais tudo que um Notebook tem...


Estou com dívida por algum tempo, mas valeu a pena o investimento.

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Prefeitura de São Paulo: Andando para trás ? Talvez

Recebi uma mensagem por email que realmente me deixou com a pulga atrás da orelha. A Prefeitura de São Paulo fechou uma parceria com a Micro$oft para colocar windows em todos os telecentros de São Paulo.

Segue abaixo um trecho do texto que esta disponível no site da prefeitura:

"A Prefeitura de São Paulo firmou parceria com a empresa Microsoft para a realização de projetos de inclusão digital e aumentar a oferta de computadores e o acesso à internet para pessoas carentes. A cerimônia foi realizada nesta terça-feira (16/10) no prédio da antiga Gráfica Municipal, que sedia a primeira Incubadora Municipal de Projetos Sociais Auto-Financiados. O prefeito, acompanhado pelo presidente da Microsoft Brasil, Michel Levy, também inaugurou o Telecentro Incubadora.

A parceria prevê a criação de Telecentros multimídia e com acessibilidade e de um centro de reciclagem de computadores. Também participou da solenidade o secretário de Participação e Parceria.

"Telecentro é prestação de serviço. É a Prefeitura fazendo com que a comunidade carente tenha acesso ao conhecimento. E este conhecimento está inserido no contexto de priorizar ações que fortaleçam a Educação, que é nossa maior meta", afirmou o prefeito. Ele comemorou a parceria com a empresa. "Estamos investindo em Educação, Trabalho e expandindo nossa rede de Telecentros. Hoje, de uma maneira diferenciada, estabelecemos parceria com a Microsoft que vai possibilitar a manutenção efetiva e rápida nos nossos equipamentos, dando mais qualidade aos serviços prestados".

A partir da assinatura do protocolo, a Microsoft cederá licenças de software para todos os novos Telecentros e, gradualmente, para os que já estão em operação. Isso facilitará o acesso a programas mais sofisticados e que permitam a utilização dos recursos na execução de projetos de capacitação profissional. Os Telecentros operam atualmente com softwares livres - sistema operacional Linux e o pacote de utilitários Open Office."

Se vocês perceberam, eu grifei "centro de reciclagem de computadores". Agora vem cá... desde quando que se consegue reciclar computadores antigos com Windows ?? Só se for a reciclagem de jogar o atual fora e comprar um novo 2x mais potente para rodar a nova versão do SO - vide Windows Vista.

Mais uma vez nosso querido prefeito Gilberto Kassab anda fazendo coisas boas pela cidade (nem tanto), mas tirar um software livre para colocar um proprietário ? Complicado não ?

Mas vejo o lado 'bom' da coisa. 95% das empresas hoje em dia trabalham com a venda casada: Windows + MS Office e quando uma pessoa vai a um telecentro (já fui e é muito bom !) lá ela usa Linux + OpenOffice, que é muito diferente para se aprender e a se trabalhar para quem é leigo.

E acho que nesse ponto, de realmente ensinar a pessoa a ferramenta que ela vai utilizar é ótimo, mas acho que deveria continuar com SL para se ter uma nova 'forma de vida' com relação a informática.

No site eles falam que a Microsoft vai 'ceder' as licenças, mas com certeza alguém levou uma BOLADA gigantesca e vai sobrar para o contribuinte isso.

Vamos ver se realmente é real isso, ou é mais uma jogada de marketing da MS. Igual a que ela fez com o iG falando que eles tinham colocado tudo MS la dentro e que na realidade foi apenas jogada de marketeiros.

Link do texto completo no site da prefeitura de SP:

http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=19241

Beatle Barkers: Nunca vi mistura melhor

Você gosta de Beatles ? E de cachorros ?

E se você juntasse Beatles + Cachorros ? O que poderia sair ? Saiu uma 'banda' cover inglesa chamada Beatle Barkers.

Simplesmente Genial ! Imagine Love me do, Can't buy me love, All my loving, Hard night's day - essa com participação especial das cabras :D - sendo todas latidas por nosso amigos de quatro patas.

Me pergunto quem foi o beatlemaniaco que teve a paciencia de editar milhoes de latidos e compilar eles como música. Só pode ser um cara que não tinha o que fazer mesmo, mas por incrivel que pareça, deu muito certo !

Já estão no segundo disco e tocando igual doido nas rádios de Londres.

Para ouvir a 'banda' basta entrar aqui:

http://www.seeqpod.com/music/?q=beatle+barkers

Mais links:
http://www.muchmusic.net/node/808


Quem sabe agora eu consigo ganhar dinheiro com o meu DOG

Apesar que esse ai, da forma que é encrenqueiro só vai poder latir musicas do Eminem, Xzibit e etc :D

PS: Eri e Flávia ... renda extra no Canadá meus amigos, bota Pingo, Hurd, Pipe e Dot para trabalhar ! O quarteto de Halifax, estilo Back Street Boys.

sábado, 17 de novembro de 2007

US$ 3398 por um HD de 10MB



Com as seguintes chamadas para o publico alvo:

More Storage !
More Speed !
More Value !
More Support
!

Um HD de míseros 10Mb custou mais de R$ 6.000,00 !!!

Saudosismo pouco !! Quem daqui é dessa época? Estou um pouquinho longe dessa época. Mas um tão sonhado HD de 10Mb custava o preço de um carro, e cabia MUITA coisa (na época).

Lembro que no meu 486 DX2 66 eu tinha um HD de 512Mb, em que eu achava que era um espaço que nunca acabaria, convencido depois de ver o anúncio do meu PC no feito pelo CARA de vendas, o Luís Galebe no Shop Tour em uma época que eles nem tinham canal próprio - ainda encontro ele para falar que ele me enganou e que vou processa-lo por propaganda enganosa EHEHEHEH.

Tinha instalado, além do sistema operacional (DOS 6.22 e Win 3.11), vários jogos e programas - além de compiladores de Basic e Clipper (se não me engano era o Summer ‘87).

A informática tem esse poder de evolução: em questão de anos, consegue transformar o anúncio de algo tão sonhado em carta de humor, ou ínfimo ítem de colecionador.

Agora, imaginem o preço de um HD de 1TB Hitachi Deskstar 7K1000 7200RPM SATA II Hard Disk Drive- 32MB Buffer que hoje esta saindo por miseros $429.95 na época desses 10MB :D

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Max Payne: O filme



Um dos melhores jogos que já tive a oportunidade de jogar virou filme. Pelo teaser, o filme tem o mesmo clima do jogo.

Vamos ver se Max Payne se sairá tão bem no cinema como nos games.



Site oficial: http://www.payneandredemption.com

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Project Torque

Como essa semana é curta, resolvi colocar aqui um jogo que esta me deixando algum tempo na frente do PC fora do horário de trabalho e claro que a dona encrenca não esta gostando :D

O jogo é o Project Torque, um COAR (Competitive Online Arcade Racer), um MMORPG de corrida muito bom e muito viciante também. É uma mistura de Gran Turismo do Playstation com Need for Speed Underground e é uma mistura que esta dando muito certo, porque os servidores vivem cheios (e sempre tem vaga) e já encontrei uma porrada de Brasileiros jogando nos servers.

A idéia é muito legal, você no começo escolhe um carro de sua preferência, eles tem potência, grip, aceleração diferentes um do outro e o que você achar que lhe cai melhor é so escolher a cor e ir para o abraço.

No inicio é meio complicado você chegar entre os 3 primeiros, mas com o tempo e com os tutoriais voce acaba pegando o jeito e a galera corre pra valer, não brinca em serviço e quem tiver o carro e o "dedo" mais apurado ganha a corrida.

Como em qualquer RPG, existe a contagem de experiência do jogador, XP, que sobe conforme o seu desempenho na pista, dificuldade da corridae etc. Existe também 2 tipos de pontos para você comprar peças para melhorar o seu carro. Os "RP" que é "di gratis" que você ganha no final de cada corrida e os "AP" que você compra com dinheiro real no site para comprar as peças.

Claro que se você comprar os "AP" você consegue comprar mais rápido aquele UPGRADE que você tanto sonha, eu por exemplo, para comprar um modulo de injeção eletrônica gastei 2500 RP, mas se eu tivesse AP, gastaria apenas 20.

Não pense que o Project Torque é limitado por ser gratuito, muito pelo contrário. Ele possui gráficos e recursos compatíveis com os títulos pagos do mercado. Uma das coisas mais incríveis é você ver a troca de marcha que o "piloto" faz, o trabalho de pé e de braço no volante. Eu jogo também o GTR2 e o Project Torque não fica devendo em nada para para ele.

Existe 3 modos de jogo:

- Versus Mode — Uma corrida normal contra outros pilotos online.
- Capture the Flag — Uma corrida onde o objetivo é capturar o maior número de bandeiras possível em um determinado período de tempo.
- Explorer — Uma experiência casual para explorar os diversos ambientes do jogo e ganhar pontos

A combinação gratuito + online + bons gráficos + diversas opções parece impossível. Bem, impossível ela não é, mas certamente é rara. Então, Project Torque é download obrigatório para qualquer admirador dos jogos do estilo.

Site oficial e download: http://project-torque.aeriagames.com/

Videos:


sábado, 10 de novembro de 2007

Um dia de fúria...

video

Realmente existe dias que a maior vontade é fazer exatamente isso. Principalmente as marretadas :D :D :D

vi, vim e venci


Adorado como religião, o VIM duela com o Emacs na preferência dos linuxers

Primeiro uma apresentação breve. O vim é o sucessor mais difundido do vi, que é filho do ex com o ed, que por sua vez são filhos do qed, e por aí vai. O "vi" é a sigla de Visual Interface. Note que naquela época (início dos anos 80), não era comum como hoje, você ter um editor de textos visual, ou seja, você ver na tela o texto que está sendo editado. Tente imaginar como é editar um texto sem vê-lo. Quer tentar? Experimente o editor ed, presente em qualquer distribuição Linux.

Muito mais tarde, em 1992, apareceu no mundo Unix um concorrente do vi, o vim (de "Vi IMitator", o imitador do vi) e logo se tornoupopular, pois além de ser um clone muito bem feito do vi, possuía muitas outras funcionalidades, como uso da tecla TAB para completa r nomes de arquivos, vários níveis de "undo" (desfazer comando), reconhecimento de sintaxe e histórico de linha decomando.

Então de "imitator" ele passou a ser chamado de "Vi IMproved", o vi melhorado. O vim se tornou padrão em sistemas Linux, onde o /bin/vi é uma ligação simbólica para o /usr/vim, e conseqüentemente, a grande maioria usa vim, mas acha que usa vi. Acabaram quase que virando sinônimos, mas, lembre-se, vi é diferente de vim, e é sobre ele que este artigo comentará.

Apesar do vim ser um editor de textos extremamente voltado para programação, ele também é poderoso para editar textos comuns (como esse) e possui muitas funcionalidades avançadas que outros editores gráficos como o Microsoft Word® têm, como abrir vários arquivos ao mesmo tempo, autocorreção, auto-identação, seleção visual, macros e outras que outro editor nem sonha ter, como seleção vertical de texto, interação total com o sistema operacional, uso de expressões regulares, sintaxe colorida, etc.

O vim não é uma exclusividade de sistemas Unix, ele já foi portado para várias outras plataformas, como Amiga®, MacOs®, SunOs®, DOS®, Windows® e muitas outras. E como atrativo maior para os usuários novatos, também existe o gvim, para usar no X, com o mouse, menus, botões e todas as facilidades de uma aplicaçã o gráfica. Sendo o gvim apenas uma interface mais amigável do vim, todas as funcionalidades deste funcionam naquele.

Então vamos começar nossa viagem ao mundo maravilhoso do vim. Primeiramente, a característica básica dele: ele tem dois modos de operação, um de inserção, em que as let ras do teclado são puramente letras, como em qualquer outro editor, identificado por um "-- INSERT --" na parte inferior esquerda da tela, e o outro que é o modo de comandos, em que as letras são comandos de edição e é o modo padrão ativo quando você abre um arquivo no vim. Para entrar no modo de inserção basta digitar i. Para sair do modo de inserção e voltar ao de comandos, basta apertar a tecla Esc. Todos os comandos que serão apresentados neste artigo deverão ser executados no modo de comandos.

Pode parecer redundante dizer isso, mas para quem não está acostumado com os dois modos, no início pode confundir um pouco. E Se você entrou no vim e não faz idéia de como sair, basta um ZZ. Lembre-se, no modo de comandos.

Sendo um editor de textos feito para funcionar no modo texto, ele tem suas limitações visuais, que não lhe permitem deixar uma palavra em itálico por exemplo. Mas o que pode ser feito, o vim faz. Por exemplo, como centralizar a linha atual? Basta um :ce, ou o nome completo, :center. De maneira similar temos o :left e o :right. E para fazer isso em várias linhas? Temos a seleção visual no vim também.

Digite v e com as setas selecione o texto, depois um :ce centraliza todo o texto. Como característica tradicional do vi, um mesmo comando com letra maiúscula faz uma operação complementar, ou similar, mas com uma variante. No caso da seleção, se usar V (Shift+v) ao invés de v, a seleção automaticamente pega a linha toda. E para seu deleite, e inveja de outros editores, com o Ctrl+v, temos a seleção vertical! Como selecionar as três primeiras letras de várias linhas? O Ctrl+v faz isso pra você. E seguindo essa filosofia podemos deduzir o funcionamento de outros comandos do vim. Mais um exemplo: o comando x apaga um caractere à direita, enquanto o X apaga à esquerda (como as teclas Delete e BackSpace).

Também podemos editar dois ou mais arquivos ao mesmo tempo e ver todos simultaneamente, separados horizontalmente. Experimente, editando um arquivo qualquer no vim, digite :split /etc/passwd. Para alternar entre as janelas, basta dois Ctrl+w (w de window). Como na linha de comando, a tecla TAB funciona para completar nomes de arquivos (e também de comandos do próprio vim). Então no "split" acima, apenas um :split /etc/pas já funcionaria.

Já que o TAB foi citado, no interpretador de comandos bash, basta digitar set -o vi para utilizar os comandos do vi na linha de comando. Procura, substituição, deleção, entre outros para agilizar seu uso do console.

Para escritores de textos em geral, o vim tem facilidades muito úteis. Uma delas é a autocorreção (abbreviation), que funciona como apelidos, por exemplo :ab AMJ aurélio marinho jargas. Então sempre que eu estiver digitando um texto qualquer e digitar AMJ, o vim automaticamente o expandirá para meu nome completo. Outra característica simples e eficiente é a definição de marcas ao longo do texto. Por exemplo, na linha em que começa a conclusão do texto, você faz uma marca de nome `c': mc, em que m é o comando de marcação e c é o nome da marca, que pode ser qualquer letra ou número. De maneira similar, na introdução você pode fazer um mi e no meio do texto você faz um mm. Para pular para uma marca o comando é `. Então para ir para a marca c, da conclusão, basta um c'. Infelizmente como nós utilizamos o sinal ` para representar a crase, fica incômodo utilizá-lo como comando. A solução é fazer um mapeamento de teclas, por exemplo mapear esse comando para a tecla de função F4: :map . Pronto, agora para irmos para a marca``c', basta digitar c.

Com o mapeamento de teclas, podemos colocar qualquer seqüência complexa de comandos do vim numa tecla de função. Mais um exemplo, um mapeamento útil para inserir a data atual pegando a saída do comando do Linux chamado date, fica :map r!date. O `r!' joga para o arquivo a saída do comando date e o `cr' representa a tecla Enter.

Para programadores, o vim só falta codificar, pois do resto ele toma conta. O principal é o reconhecimento automático da sintaxe de várias linguagens de programação. Na versão 5.5, são mais de 150 linguagens e padrões, que vão desde as mais famosas como Python, C, Perl, Clipper e sql até monstros como dracula, simula e z8a. O vim identifica a linguagem, colorindo o código, tornando imediatamente visível qualquer erro cometido pelo programador, enquanto este digita (:set syntax on). Tem identação automática (:set autoindent), utilizando tabulação ou espaços (:set expandtab) e mostra o par que complementa as chaves e colchetes quando você os fecha (:set showmatch). E para fechar, ele converte todo o código colorizado para HTML, para você imprimi-lo (2html.vim). Imbatível.

E para os aficcionados, o vim tem uma linguagem própria de programação, em que você pode construir seus próprios comandos, utilizando algoritmos e várias funções pré-definidas como qualquer outra linguagem de programação. Como conseqüência direta disso, existem vários aplicativos feitos pelos usuários que rodam dentro do vim, sendo talvez o de maior expressão um leitor de correio eletrônico inteiramente feito com funções do vim e Perl, chamado vine.

A maioria dos comandos aqui citados que começam com :, são comandos de configuração, e para você não ter que digitá-los a cada vez que entra no vim, ele tem um arquivo de configuração, que fica no diretório base do usuário:

~/.vimrc. Veja nas referências um endereço em que tem um 2Evimrc comentado em português.

Outro tópico interessante são os dígrafos. Para sistemas que não têm solução de acentuação ou que estão mal configurados, o vim resolve o problema. Enquanto digita o texto, basta um Ctrl+k seguido dos dois caracteres que compõem o dígrafo, assim:

á = Ctrl+k `a
ç = Ctrl+k ,c
® = Ctrl+k rO
para uma lista completa de todos os dígrafos, :dig. E todas essas funcionalidades estão extensivamente descritas na documentação on-line que acompanha o editor :help, que pode ser facilmente "navegada" entre tópicos, como numa página HTML, e é um exemplo de documentação eficiente de um programa, com cerca de 1Mb de texto puro!

A tecla Tab ajuda muito aqui também, então para ver os tópicos de ajuda sobre o mouse por exemplo, :help mous.

Para este ano de 2000, a versão 6.0 promete duas funcionalidades há muito pedidas pelos usuários: "vertical split" : ver dois ou mais arquivos abertos na tela, separados por barras verticais; "folding": como no MS Word, você ter aquela visão estruturada, dos tópicos do documento, expansível e retrátil. É difícil de implementar e será um marco na história do vim.

Um detalhe peculiar é o fanatismo e fidelidade ao programa que existe por parte dos usuários. É como se fosse uma religi&a tilde;o, uma seita, em que todos os seguidores defendem seu editor até o último argumento e uma preferência por outro editor pode gerar segmentação de grupos.

O vim tem um arquiinimigo, que se chama emacs, e tem usuários igualmente fanáticos.

É desnecessário dizer que quem usa vim odeia o emacs e vice-versa. Discussões entre usuários dos dois editores são intermináveis e são chamadas de "guerras santas ". E não poderia ser diferente, pois esses editores seguem filosofias completamente opostas.

O emacs tenta ser uma central de aplicações, tendo embutido nele várias outras tarefas que normalmente não estão num editor de textos como telnet, navegador, jogo e leitor de correio eletrônico/notícias, entre outros, e todos os seus comando s são mnemônicos e extensos como: calendar-mouse-insert-islamic-diary-entry e gnus-summary-lower-same-subject-and-select.

Enquanto isso o vim é apenas um editor de textos, para editar textos! Seus comandos são todos compostos por uma ou duas letras (ou símbolos), como p, x, /, # e gq. Simples, rápido e eficiente.
E se mesmo com tudo isso você ainda não se convenceu do quão bom o vim é, saiba que ele é chamado de "charityware", algo como software de caridade, pois apesar de ser um aplicativo de livre distribuição, doações são incentivadas para ajudar órfãos de Uganda, na África. O autor do vim, Bram Moolenaar, já esteve lá e se comoveu tanto com a situação, que além de ajudar na construção de uma escola para as crianças, quando voltou à Holanda, criou uma fundação, que só em 1998, conseguiu arrecadar US$12mil! Para mais detalhes: :help uganda. Se você não achou o vim atraente, pelo menos considere o fato de usá-lo pelo lado humanitário &:)

Update: Fonte: Original em http://aurelio.net/doc/rdl/vi-vim-venci.html - Valeu Eri !

terça-feira, 6 de novembro de 2007

VirtualBox: Avaliação após 5 dias de uso


Como havia escrito aqui antes, instalei o VirtualBox para substituir o VMWare e o VirtualPC como ambiente de virtualização em minha máquina.

Gostei muito dos resultados iniciais do VirtualBox e resolvi realmente migrar em definitivo para ele, deixando de lado o VMWare e o VirtualPC (esse ultimo por não rodar no Linux).

Instalei uma VM padrão para os testes que tenho fazer por causa de empresa: Windows 2000 + GIS + Rede. Fiquei em torno de uns 4 horas instalando esse conjunto e por ser em Java o GIS demora um bocado para instalar, mas no final, nenhum morto ou ferido, a VM subia muito rápido e ocupava muito menos processamento, memória e SWAP do que o VMWare/VirtualPC.
Foi quando depois de tudo funcionando fui testar a principal funcionalidade de uma VM:

A Portabilidade

Iniciei meu Ubuntu velho de guerra instalado na maquina via Wubi (próximo post será sobre esse incrível instalador) e instalei o VirtualBox nele para ver a VM funcionar. Criei a VM no VirtualBox utilizando o HD já existente da instalação anterior e Parabim Parabum o Windows iniciou normalmente, quer dizer, nem tanto assim.

A configuração de rede não funcionou, havia criado uma interface virtual para acessar o Win2K e ele não ter acesso a internet (por motivos óbvios), mas creio que isso será resolvido facilmente lendo os FAQs do VirtualBox. Mas o maior problema não foi esse e sim a pior coisa que pode acontecer em um sistema operacional:

Arquivos Corrompidos

Depois de ter testado a VM no Linux, precisei voltar para o Windows para copiar alguns arquivos que estavam faltando para o trabalho normal com o SOA, mas quando tentei iniciar a VM no Windows, recebo a seguinte mensagem:

Na mesma hora lembrei da célebre onomatopéia de Homer Simpsons:


Sinceramente não entendi o que aconteceu, sendo que não houve deleção nenhuma de arquivos, alteração nenhuma de nadica de nada. Até que resolvi fazer um outro teste.

Instalei novamente o Win2K na VM no windows, bootei a vm, desliguei, entrei no linux, bootei a VM , desliguei, voltei para o Windows e... funcionou perfeitamente. Mas percebi uma diferença entre esse teste e o anterior e que não me atentei.

No teste anterior, eu havia criado um Snapshot - salvar o estado atual da máquina para que não seja necessário iniciar tudo novamente quando startar a máquina pela segunda vez, um "hibernate" falando a grosso modo - da VM já com o SOA ativado e quando iniciei a VM no Linux, não havia o tal snapshot criado, mas retornando ao Windows o snapshot estava lá.

Dessa vez não criei o snapshot e fui verificar se a VM iniciava normalmente no Linux e depois no Windows novamente.

VM no Windows:

VM no Linux:


Não salvando o "estado" da VM a portabilidade funciona perfeitamente, mas isso não é muito interessante para mim, então resolvi fazer outro teste com apenas um snapshot e agora funcionou da forma que deveria funcionar. Mas vou testar isso mais a fundo, pois podemos ter problema de arquivos corrompidos em máquinas virtuais, pois ai o conceito vai totalmente para a casa da cucuia.

Mas fica o alerta:

Cuidado com os Snapshots no VirtualBox

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

VirtualBox: Uma solução agradável para virtualização

A algum tempo utilizo maquinas virtuais para testar distribuições Linux, ferramentas, windows virtual e etc. A algum tempo estava utilizando o VMWare em sua versão bucaneira aKa crackeada. Mas resolvi partir para outros virtualizadores. No linux tentei usar o XEN e foi uma catástrofe, não consegui muita coisa e por falta de tempo para pesquisar e estudar, deixei ele de lado e temporáriamente desisti da virtualização sem sem pelo VMWare.

Pois bem, no meu notebook tinha um dualboot com Fedora e com Windows XP, mas a uns 3 meses, o HD que tinha o Linux instalado no note simplesmente queimou, foi para o espaço, bateu a caçuleta, vestiu o pijama de madeira e infelizmente fiquei apenas com o windows instalado na maquina para trabalhar. Resolvi testar o VirtualPC da microsoft, que por incrivel que pareça é gratuito e funciona muito bem, um dos melhores softwares da microsoft que já utilizei. Quer dizer, não tão bem assim...

Estou trabalhando com SOA, um produto chamado Gentran Integration Suite, GIS para os intimos. Ele é inteiramente escrito em JAVA e como vocês já imaginaram, subir um SOA em JAVA em uma maquina que não é assim uma Brastemp é um parto, então com a maquina virtual a situção ficava um pouco melhor subindo o server em uma maquina virtual.

Mas ontem, tive um problema sério com gerenciamento de memoria com o VirtualPC e tive quase que 4 horas de briga com o VPC+GIS então resolvi testar o VirtualBox, que é um clone discarado do VMWare, mas free.

Existe uma diferença gritante entre o VMWare e o VirtualBox: A instalação dos sistemas, sem mistério algum e nos recursos que ele oferece. Emula quase tudo o que voce precisa e é extremamente leve, quase tão leve quanto o VirtualPC.

O som é transportado via ALSA e até mesmo devices externos como pendrives são transportadas sem nenhum problema para a maquina virtual!

A rede então, para a minha surpresa, existe uma opção de voce usar a rede do "hospedeiro" que nada mais é do que uma rede que apenas a maquina virtual e a hospedeira enxergam. Ativando ela, automaticamente é criado uma interface na maquina hospedeira com DHCP para a maquina virtual acessar, fantástico.

Muito show de bola, o legal é que também oferece uma ferramenta similar ao vmware-tools instalando drivers para melhor usabilidade da máquina virtual!

Já comecei a instalação dos sistemas no VirtualBox, agora a noite foi a instalação do Windows para o ambiente de testes com o GIS, e após tudo configurado, estarei instalando o CentOS para instalar também o ambiente de testes do GIS e das minhas programações loucas no Java e em C.

Para quem não conhece a ferramenta, aconselho a pelo menos fazer um teste e tenho certeza que vocês não vão se arrepender.


Links: VirtualBox, VMWare, VirtualPC

FUD - Medo, Incerteza e Dúvida


Esse post foi originalmente escrito no blog do meu grande amigo Eri aKa MainMan "Verme" e por incrivél que pareça eu estava preparando um post parecido com esse. Mas como meu cumpadi escreveu bonito, estou colocando ele aqui também. Beju fofinho !!

FUD é uma sigla em inglês que significa “Fear, Uncertainty and Doubt” ou em português “Medo, Incerteza e Dúvida”.

De acordo com a definição da Wikipedia, o FUD é uma estratégia de marketing e relações públicas que normalmente tem como estratégia tentar influenciar o público através de informações negativas e vagas sobre algo.

Quem é da área de IT está cansado de ouvir estar expressão e sabe que a empresa que mais utiliza esta tática é a Microsoft. (Verificar link da Wikipedia que tem as referências).

Em um dos seus vários ataques FUD ao Linux, Steve Ballmer (CEO da Microsoft) largou mais uma pérola: O Linux é comunista. Ou seja, resolveu jogar sujo. Já que não dá pra competir tecnicamente e o mercado está cada vez mais adotando o Linux, vamos jogar areia no pessoal do departamento de tecnologia falando pros chefes deles (consequentemente os donos da grana) que Linux é coisa de comunista.

Lógico que houveram reações e artigos como este que batem de frente nas afirmações dele de Bill Gate sobre o assunto, mas sempre tem um ou outro que sem nenhum conhecimento de causa, estudo prévio ou discernimento sobre o assunto que resolve falar pinça um FUD de anos atrás e resolve tomar as dores da Microsoft.

Vemos aqui um exemplo claro de um cidadão totalmente despreparado falando, com o perdão da palavra, merda.

Eu sempre achei no meu íntimo que “professor” é um cidadão que não teve competência pra sobreviver no mercado de trabalho e resolve “ensinar” para seus alunos aquilo que nem ele aprendeu. E pior: Quando ele não aprendeu já estava desatualizado. Agora então nem se fala. (Veja este vídeo sobre isso).

Então quando um cidadão desse resolve abrir a boca, não se pode esperar muito mesmo. Vamos citar alguns trechos:

É difícil de imaginar que alguém acredite que um empreendimento como o Linux possa ser realizado por pessoas totalmente despojadas e que não pensam e não precisam ganhar dinheiro.”

É difícil imaginar que alguém imagine que outros imaginam isso. Entendeu? Precisa ser muito alienado para achar que ninguém sabe que o Linux tem um custo e alguém paga este custo.

Bilhões de dólares são movimentados neste negócio e quem opta por usar o Linux, ao invés do Windows, gasta muito dinheiro!”

Inclusive agradeço a todos os meus clientes que sempre me pagaram muito bem pelos meus serviços relacionados a Linux e software livre.

Tente instalar o Linux em seu computador e começar a operar. Você começará por comprar livros, fazer cursos, participar de chats e comunidades no orkut, etc. O tempo gasto será absurdo (time is money, lembram-se?), até que você consiga fazer as mais triviais operações com o novo sistema operacional.

HUahuahuahua… Este senhor com certeza nunca passou a menos de 100 metros de um computador rodando Linux. E com certeza também nunca passou 4 ou 6 horas na frente de um computador tentando fazer o Windows reconhecer a placa de vídeo ou de som. Mais uma vez repito: Se não sabe, não fala nada que fica menos feio.

Quando você for adquirir algum software aplicativo específico para funcionar com o Linux, você verá o quão graciosa é sua empreitada.

Sinceramente não entendi o que essa frase significa…

Pensar em usar o Linux para lutar contra o bicho papão da Microsoft, ou porque o Linux é feito por monges trapistas, é uma quimera.

FUD de novo. O Linux não foi criado para “lutar” contra a Microsoft. Ele foi criado para ser um sistema compatível com Unix para plataformas x86. Na época que ele foi criado as primeiras máquinas x86 estavam começando a ficar populares, mas as únicas opções de sistema operacional para rodar eram o Unix e o DOS. O Unix custava uma fortuna e o DOS era um lixo que não conseguia utilizar nem metade da capacidade da máquina. Então se o Linux veio pra “lutar” contra alguém, foi contra o Unix.

Monges trapistas? Também não… Hoje por trás do Linux estão empresas como IBM, Novell, Oracle, Red Hat, Google, Sun e diversas outras grandes empresas com ações na bolsa e fins totalmente lucrativos.

Eu mesmo, na minha humilde condição de zé-ninguém, estou muito interessado no meu salário no final de um mês trabalhado com software livre.

Uma última palavra: falar em domínio da Microsoft, vá lá. Falar em monopólio da Microsoft é uma piada. Aliás, para entender o que é monopólio não é preciso consultar compêndios econômicos, basta ir ao Aurélio que diz: tráfico, exploração, posse, direito ou privilégio exclusivos. A única exclusividade da Microsoft é ser malhada pelos esquerdistas mundo afora.

Engraçado. Sabe quem discorda do professor? A comunidade européia, que processou a Microsoft por monopólio (e ganhou). Deixa eu ver… Em quem eu acredito?

O que realmente me deixa em dúvida é o seguinte: Defendo o software livre porque a superiodade técnica é indiscutível. Defendo o software livre porque tenho uma flexibilidade gigantesca. Defendo o software livre porquê sou ajudado e ajudo outros que, como eu, são auto-didatas. Mas acima de tudo, eu defendo o software livre porque é meu ganha-pão.

Agora, porque alguém que não seja funcionário ou beneficiário da Microsoft defenderia esta empresa?

Em tempo: O cidadão escreveu um segundo artigo onde ataca o software livre baseado no Manifesto GNU, criado pelo lesado do Stallman. Não vou nem comentar, pois é um lesado falando do outro.

Fonte: Another Geek Blog

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

VIMperator: Concordo, coisa de NERD

Como um bom geek e um entusiasta do mundo das telinhas pretas e letras brancas, meu editor de textos preferido é o VI.

Ele não deixa a desejar a nenhum editor de textos gráficos e cheio de flores, pelo contrário, faz coisas que nem o mais famoso editor de textos sonha em fazer e se faz, precisa de pelo menos 20 cliques para isso.

Para minha surpresa, navegando no site mozdev.org me deparo com o seguinte plugin para o Firefox:


Como curioso que sou, entrei no site e comecei a ler e a primeira frase já é algo que tenta trazer um impacto apocalíptico:

"Primeiro veio o Navigator, depois o Explorer. Um pouco depois o Konqueror. Mas agora é tempo do imperador, o VIMperator !!"

Juro que lembrei na hora do trailer do Gladiador no cinema, deu até asco :D

Baixei e instalei o add-on para o Firefox e reiniciei. Logo de cara você pensa: "Putz, que M**** que fiz, já era o Firefox". A tela inicial é apresentada sem as barras de endereço, botões de navegação e Barra de menus.

A unica coisa que aparece são as abas do navegador e a barra de status. Pergunto: Como irei abrir um endereço da web ? CRTL + O ? Negativo, não funciona. Lembre-se você esta no "VI" e para abrir se digita:

: open www.google.com.br

E o site abre.
Testo outros atalhos do VI e não é que a coisa realmente funciona ? Só não gostei da mensagem quando tentei substituir um texto que ele fala muito mal-educadamente que isso não é um editor de texto e sim um navegador, mas tudo bem, nem queria mesmo :D

Fiquei trabalhando com ele a tarde toda para ver a sua "funcionalidade e agilidade". E cheguei a seguinte conclusão:

- Uma boa idéia para entusiastas do VI
- Uma mão na roda para quem esta sem mouse ou então não quer usa-lo para navegar pelo texto ou até mesmo pelo Firefox.
- Uma péssima ideia na questao funcionalidade e agilidade, pois a coisa fica um saco para digitar um texto em uma caixa de dialogo. Ele realmente leva a sérios os atalhos do VI para escrita, delelção. Nem pense em usar o backspace. Você voltará para as páginas anteriores que você visitou. (imagina isso depois de preencher uma tela com 34 perguntas... aconteceu comigo)

Esse add-on realmente é para aqueles que começaram agora no VI e querem virar rato de atalho ou para aquele que tem um tempo de sobra para ficar digitando atalhos para abrir um site ou até mesmo para rolar a página ou então para aquele NERD que não abre a mão de falar:

"Uso o VI como navegador"

Dessa vez, passo para o próximo doido a "facilidade" do VI no Firefox

NOTA: 08 Originalidade
10 Alegoria
05 Funcionalidade
10 Ajuda

Links:
Download do Plugin
Atalhos do VI
Help do VIMperator

PS: sim a imagem do título é a minha camiseta do VI :D

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Um pouco de Python

Os avanços do GNU/Linux no desktop e nos servidores trouxeram muitas melhorias que vão além do próprio GNU/Linux e se estendem a linguagens de programação, softwares e padrões.

Há alguns anos, “linguagem de programação” para muitas pessoas se resumia a Visual Basic e Delphi, além de C e C++ para os masoquistas. E já havia grupos com aquela máxima de “escreva uma vez, rode em qualquer lugar”, como a Sun fez questão de provar ao mundo (e acho até que conseguiu), de que o Java é a solução que todos nós esperávamos. Há controvérsias.

Naquele tempo, Win32 era o limite, Java era multiplataforma, mas praticamente tudo era Win32, portanto essa história de multiplataforma não fazia muito sentido. Mesmo os dispositivos móveis ainda eram raros, o que aniquilava o fator “pró-multiplataforma”.

Com o tempo, os interesses começaram a mudar e pipocavam métodos novos, idéias novas e alternativas. O GNU/Linux começava a ganhar espaço e a abrir espaço também para projetos até então não tão conhecidos, como os da Fundação Mozilla, ou o OO.org. E também para linguagens como Python, Pearl e até mesmo mais recentemente Ruby (que também merece uma olhada com atenção).

Um pouco de Python

Python é uma linguagem moderna, rica em recursos, com uma curva de aprendizado suave e vasta biblioteca (módulos). Vamos nos ater a algumas características apenas, portanto outras igualmente importantes podem nos escapar aqui. A culpa não é minha, se quiser reclamar vá à lista Python-Dev e solte os cachorros em cima dos caras que enchem a linguagem de características interessantes e acabam criando esse mal estar. :)

* simples
* livre e de código aberto
* alto nível
* portável (inclusive dispositivos móveis)
* interpretada
* OO (ou não, você escolhe)
* extensível

Até aqui nada demais, pois outras linguagens possuem as mesmas características. Mas vamos prosseguir…

* fácil de aprender
* fácil integração com outras ferramentas
* inclui as baterias (essa é para você sorrir)
* dinâmicamente tipada
* produtividade e legibilidade
* …

Esses fatores já começam a pesar favoravelmente a favor do Python. É claro que só os testes e outras leituras que você fizer podem dar uma noção mais exata do que estou falando; mas enquanto você não o fizer, não poderá medir até que ponto estou falando a verdade. Por isso o convite para baixar o instalador para sua plataforma e alguma documentação para começar a descobrir que realmente estou falando sério!

Python corporativo

Agora você pode perguntar: “Muito bonito, mas quem aposta nisso?”

Organizações como Google, NASA, Serpro, Embratel, Philips, AztraZeneca, Nokia têm apostado no Python e usam esta tecnologia pelo menos em parte de seus projetos.

O crescimento do qual falamos lá no início do texto se aplica aqui: enquanto o GNU/Linux e companhia avançam e alcançam mais pessoas e empresas, o fato do Python ser multiplataforma facilita esse trabalho. Afinal, seja qual for sua preferêcia, muito provavelmente existirá uma versão do interpretador Python para seu sistema operacional (seja ele GNU/Linux, Unix, Mac, Windows etc).

O Python vem ganhando espaço com sua filosofia e recursos poderosos e fáceis, pois simples não precisa ser simplório necessariamente.
Faça novos amigos

Assim como a grande maioria de projetos de código aberto, Python é suportado por uma grande comunidade de desenvolvedores ao redor do mundo. No Brasil esse pessoal pode ser visto em Python Brasil e na lista de discussão, onde comumente ocorrem discussões de altíssimo nível e integração notória e a difusão e compartilhamento de conhecimento e idéias é rotina.

Estou preparando um "Aprenda python em 10 segundos", porque aqueles tutoriais para aprender em 24 horas, 10 horas, 1 mês é para fanfarrões e moleques (eheheh) e estarei colocando aqui no blog.

Conceitos fundamentais sobre software livre

Todo software livre é grátis? Posso alterá-lo? Vender? O que é copyleft? E GPL?
Esclareça suas dúvidas

Segundo a Free Software Foundation - FSF (www.fsf.org), software livre é aquele que pode ser usado, copiado, distribuído, estudado, alterado e melhorado pelo usuário, dentro de três conceitos de liberdade fundamentais (o quarto conceito, pregado pela FSF, na realidade é uma combinação dos itens 2 e 3):

1) Utilização
Liberdade para usar o software para qualquer propósito, seja no ambiente privado ou empresarial, e em qualquer tipo de computador.

2) Adaptação
Liberdade para estudar o software e modificá-lo, se necessário, às necessidades do usuário – o acesso ao código fonte é uma prerrogativa fundamental.

3) Distribuição
Liberdade para redistribuir o software livre – mesmo que você tenha comprado a versão original – recebendo ou não por essa ação.

Dessa forma, para que o programa seja considerado um software livre, ele deve, necessariamente, atender essas premissas, quer este programa seja distribuído gratuitamente ou vendido.

A FSF também esclarece que um software livre não quer dizer um programa não comercial, o que explica a existência de empresas que desenvolvem e comercializam aplicativos escritos dentro do conceito de software livre.

Copyleft
Enquanto o termo “copyright” compreende um conjunto de obrigações e proibições internacionalmente reconhecidas quanto à utilização e distribuição, no caso de um software, os programas de computador licenciados como “copyleft” vão no caminho oposto.

Porém, para que os usuários possam usufruir das liberdades aplicáveis a um software livre (e muitos têm copyright), é necessário que estejam protegidos de infringir qualquer lei.

E é o que o copyleft faz: adiciona ao copyright instrumentos legais para permitir o amplo direito às liberdades fundamentais, mantidos válidos os termos de distribuição originais aplicáveis.

GNU - General Public License (GPL)
Quando se adquire uma caixinha de software comercial tradicional, você está comprando, na realidade, uma licença de uso desse aplicativo.

Essa licença sujeita o usuário a uma série de restrições quanto ao uso do produto, com relação ao que se pode e, principalmente, ao que não pode ser feito com ele.

Os programas de computador em software livre ainda estão sujeitos a um tipo especial de licenciamento, sobre os termos da Licença Geral Pública GNU (ou GNU GPL).

Os aplicativos que possuem esse tipo de licença asseguram ao usuário, de forma explícita, o direito às liberdades fundamentais aplicáveis ao software livre e que podem ser passadas adiante se ele assim o desejar, sem que esteja sujeito a limitações ou punições legais de qualquer natureza.

Artigo baseado no original da PCWorld International

GMail com IMAP: Finalmente !!

Se alguém reclamava que o GMail não era um email completo por não oferecer o serviço de IMAP para as contas, "SEUS PROBLEMAS ACABARAM".

O GMail está habilitando o protocolo IMAP em todas as contas de email. Esse processo é gradual e se a sua conta até agora não possui essa opção, não se preocupe, em breve ela aparecerá, assim como apareceu o suporte ao POP.

Com esse protocolo ativado, o GMail dá um passo a frente do seu maior rival, o Yahoo, que por enquanto não oferece esse protocolo para os usuários e o mais incrível de tudo é que o IMAP trará os LABELS como PASTAS do IMAP, simplesmente FANTÁSTICO.

Sou suspeito para falar do IMAP, pois utilizo ele em todas as contas de email que possuo (leia-se empresa) e sem sombra de dúvida é o melhor protocolo para se utilizar no email.

Uma pena que a versão do IMAP do GMail ainda não é compatível com o VersaMail do Palm Treo.

Links relacionados:

Getting Started with IMAP for Gmail
How do I enable IMAP?