sábado, 19 de janeiro de 2008

Gears of War: Viciante, o melhor, fantastico, animal...


Aqueles que me conhecem, sabe muito bem que eu sou um game maníaco de primeira. Desde que me conheço por gente, jogo videogame, desde a época do saudoso Odyssey, passado pelo Atari 2600, Master System e atualmente no PS3 e principalmente no PC.

A quase 1 ano, estava voltando do almoço com o pessoal da minha antiga empresa, quando passamos em uma loja de games no shopping morumbi e eis que que vejo um jogo para XBOX 360 que me chamou tanta atenção que fiquei louco para joga-lo. O nome do jogo era Gears of War.

Vira e mexe eu passava na loja e ficava babando, vendo os caras jogando em uma TV de plasma de 52 polegadas e fazendo todos babaram pelo jogo, mas um dia tive a oportunidade de joga-lo, na própria loja, por quase 20 minutos. Foi a 'pior' coisa que fiz, pois fiquei mais doido ainda para ter o jogo e claro, joga-lo em casa. Mas tinha um problema, na verdade um problemão. A microsoft só havia lançado o jogo para Xbox 360 e nem sinal de lança-lo para PC e nem no maior sonho de qualquer jogador fanático, para PS3.

Mas graças aos deuses dos games (:-P), a Microsoft lançou o jogo para PC, na versão para XP e para Vista. Não preciso nem dizer que comprei o jogo, claro :D.

Mas antes de comprar o original, fui até a Sta. Efigênia e comprei a versão Jack Sparrow do jogo para ver se ia rodar safisfatóriamente no meu PC. O jogo necessita de uma máquina potente, com uma placa de vídeo potente - minimo um processador de 2.4 GHz com 1GB de memória e uma Nvidia GeForce 6600 -, meu notebook, atende as especificações, mas mesmo assim estava com um pé atras - sabe como é a microsoft né. Rodou lindamente, em 1200 x 800 com gráficos quase no máximo, só com o antialias no mínimo, no máximo até roda, mas dá uns lags de vez enquando.

Na mesma hora, lembrei da minha empolgação que tive quando joguei meu primeiro jogo completo no PC, Duke Nukem 3D. Ficava muito tempo na frente do PC jogando, até em rede eu jogava quando ia para a casa do Eri, para jogar nos 2 PCs que tinha no quarto dele e no quarto da Nane. Éramos 5 pessoas revezando para jogar - Eri, eu, Sukita, Eduardo e o Carlos - era um batalhão jogando e comendo - que o diga a Dna. Vera, mãe do Eri :D.

Momento review: Eri, lembra quando ligamos o teu PC no amplificador da guitarra da Nane e você deu um tiro com a '12', que sua mãe deu um berro lá de baixo para abaixar o som ?!?!?! EHEHEHEH

Voltando ao GoW...

História

No universo de Gears of War, os humanos vivem em um planeta conhecido como Sera. Em um fatídico dia, conhecido como Emergence Day, criaturas horríveis, que se assemelham a lagartos, emergiram da terra. Eles são a Horda Locust, seres enormes e impiedosos. Assim inicia-se uma guerra sangrenta entre eles e os seres humanos.

Marcus Fenix, filho do cientista Adam Fenix, combateu as criaturas com afinco em várias batalhas e, por conseguinte, ganhou diversas condecorações militares. Porém, no auge de sua carreira militar, desobedeceu a ordens para tentar salvar seu pai, que acabou morto pelos temidos Locusts. O jogo inicia após 14 anos depois do "E-Day". Marcus Fenix, que é solto pelo mesmo soldado que o prendeu há 4 anos: Dominic Santiago. Com a raça humana sendo erradicada, a única saída encontrada pelos militares foi libertar os soldados aprisionados para compor a força-tarefa. Assim, Fenix se une ao Esquadrão Delta e parte para a missão mais alucinante da sua vida.

No começo, Marcus pode optar por seguir um caminho alternativo, o qual tem a finalidade de ensinar os movimentos básicos para o jogador. Contudo, o trecho percorrido é curto e na verdade exige um pouco de intuição por parte do gamer para aprender as configurações.

Opinião de publicações oficiais de games:

Esqueça tudo o que você já viu quando o assunto é jogos, pois é hora de subir um degrau na escada da evolução dos games. Gears of War veio para inovar o mundo dos consoles, tornando-se um clássico por unanimidade. Utilizando a nova tecnologia Unreal Engine 3, ele impressiona os maiores críticos de design gráfico no mundo, transformando-se no jogo mais belo visto até hoje.

Os desenvolvedores buscaram por algo restritamente diferente no gênero, um jogo onde as pessoas pudessem sentir-se num combate de verdade, aliando a ação com pura adrenalina o tempo inteiro; não há dúvidas que eles obtiveram êxito. Por isso, não se espante ao descobrir que foram gastos quase US$ 10 milhões de dólares. GOW é daqueles games que fazem todos babarem na qualidade gráfica e dinâmica de jogo. Até quem nunca jogou Xbox 360 vai querer ter um.

Lançado na mesma época em que os dois novos consoles da nova geração — Playstation 3 e Wii — dão as caras, o game mostra a alta capacidade de processamento gráfico do X360 e impõe respeito aos concorrentes. A produtora Epic Games cumpriu as promessas quanto à sua engine e permitiu que o título chegasse à beira da perfeição, esbaldando realismo.

Não é apenas a qualidade gráfica que faz de Gears um sucesso inquestionável; a história é bem elaborada, os inimigos são intimidadores, o som e os ambientes são indiscutivelmente de primeira qualidade. Além disso, existem armas inovadoras e o modo online é um dos melhores já feitos para um videogame. GOW herdou as melhores qualidades dos jogos de ação e incorporou novidades simplesmente esplêndidas. Enfim, é o principal catalisador e orientador de como os jogos devem ser feitos na nova geração.

Completamente cinematográfico

Gears of War é certamente um jogo que pede por uma televisão de alta definição, visto que a experiência fornecida pelas grandes resoluções é o seu principal diferencial. A época onde apenas as animações encantavam está morta, literalmente; em GOW é impossível diferenciar elas do jogo verdadeiro, tudo é belo e chama a atenção do jogador, ou melhor, espectador interativo desta maravilhosa produção.

Seja durante os combates ou na exploração do cenário, o sentimento fornecido é que cada peça foi minuciosamente colocada no seu devido lugar. Os ambientes são vastos e todos os objetos parecem palpáveis, a interatividade com o cenário também é imensa e vários objetos podem ser destruídos. Porém, são poucos os itens que podem ser coletados e utilizados pelo protagonista.

É notório o bom uso das expressões faciais, exibidas freqüentemente nas cenas animadas por computação gráfica. Vale ressaltar os momentos no qual o jogador utiliza a motosserra como baioneta, pois enquanto o inimigo é retalhado de forma deplorável, litros de sangue voam pelo cenário, encharcando, inclusive, a câmera do jogo.

Outra característica importantíssima e original é quando corremos pelo ambiente: a movimentação da câmera assemelha-se aos documentários feitos por cinegrafistas que acompanham as guerras de perto. Ao correr a câmera balança de um lado para o outro e se afasta levemente do soldado. Fantástico!

Agora segue algumas screenshots que tirei rapidamente do jogo, quando ainda estava testando ele, com os gráficos no MÍNIMO.

Clique para ampliar


Na minha opinião é um jogo obrigatório para qualquer um que goste de jogos. Mais uma vez a microsoft me surpreendeu com um jogo fantástico - já tinha ficado maluco com Halo, mas esse supera qualquer um.

Finalmente um motivo bom para eu continuar com XP na minha máquina :D :D

Para quem quer conhecer o jogo, baixe pelo menos o DEMO ou babem um pouquinho no youtube, tem vários videos da galera jogando online e offline.

2 comentários:

Eri disse...

HUaahuahuahu... Podem lancar o jogo que quiserem. Nada supera o Duke Nukem original. huahuahua :)

[]'s
Eri

Nane disse...

Nossa, lembrei do Sukita! Que peça...
Bjs,
Nane